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Na primeira parte desta série, apresentei 25 referências chave para se entender o que o governo federal e o consórcio Belo Monte estão fazendo com as populações indígenas, ribeirinhas e lavradoras do Xingu, e também com o ecossistema da região. Lá estão, comentadas e lincadas, matérias que mostram toda a cronologia do caso, as ilegalidades processuais, a inconsistência das justificativas apontadas para a construção da hidrelétrica, os reais interesses que ela serve e muito mais. Read more [...]
Dedicado a Helena Palmquist e Felipe Milanez A bibliografia comentada que segue abaixo é um guia para se entender melhor a gravidade do que o Brasil está prestes a fazer com as populações indígenas, ribeirinhas e lavradoras do Xingu, e com seu próprio ecossistema como um todo. Dividida por tópicos, essa bibliografia inclui estudiosos que se debruçam sobre o tema Belo Monte há décadas, como Oswaldo Sevá, da Unicamp, e Célio Bermann, da USP, lideranças indígenas como Raoni Metuktire, Read more [...]
Livro publicado por Osvaldo Sevá - TENOTÃ - MÕ (.pdf) http://t.co/YmJ0mXxt Cronologia sobre Belo Monte - Xingu Vivo http://www.xinguvivo.org.br/2010/10/14/cronologia-de-um-desastre-anunciado/ Blog Belo Monte de Violências, com o histórico judicial do caso: http://belomontedeviolencias.blogspot.com/ Crônica de recentes agressões à Amazônia e a seus povos - Revista Fórum http://revistaforum.com.br/idelberavelar/2011/11/10/535/#.TsQ7WydNjF1.twitter Entrevista de Eliane Brum com prof. Célio Read more [...]
Como não sou capaz de memorializar e escrever o silêncio com versos perturbadores como os de Pádua Fernandes, deixo algumas frases à guisa de testemunho. Está em curso um processo metódico, paulatino, diário de agressão e rapinha contra a Amazônia e os seus povos, e assombra-me o silêncio com que ele é recebido. Uma breve conversa com indígenas, ribeirinhos, lavradores, ambientalistas, antropólogos ou jornalistas radicados ou especializados na Amazônia é suficiente para dar indícios Read more [...]
Este é um post sobre duas fugas eminentemente comparáveis. Uma das diversões garantidas da internet é fazer uma comparação inesperada entre A e B e esperar que apareça o primeiro que lhe recordará que A e B “são diferentes,” como se houvesse algum sentido em comparar duas melancias idênticas. Invariavelmente, o interlocutor que lhe traz esse tipo de lembrete não apresenta nenhuma razão pela qual a diferença entre A e B supostamente invalidaria a comparação – só a afirmação Read more [...]