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10 de outubro de 2017, 19h53

Alckmin decreta falência e vai acabar com São Paulo

Como feito por Temer, Governador enviou projeto para congelar gastos públicos por dois anos em regime de urgência Por Luiz Henrique Dias* Mais uma vez o governador Geraldo Alckmin (PSDB) manda um projeto em caráter de urgência à Assembleia Legislativa, mas desta vez a maldade será ainda pior: inspirado em Temer, ele propôs a aprovação do artigo 82 que congela os gastos públicos por dois anos. A população perderá inúmeros direitos e serviços como educação e saúde serão sucateados. E o cenário pode ser ainda pior em tempos de crise. Servidores de todas as categorias – saúde, segurança, serviço social...

Como feito por Temer, Governador enviou projeto para congelar gastos públicos por dois anos em regime de urgência

Por Luiz Henrique Dias*

Mais uma vez o governador Geraldo Alckmin (PSDB) manda um projeto em caráter de urgência à Assembleia Legislativa, mas desta vez a maldade será ainda pior: inspirado em Temer, ele propôs a aprovação do artigo 82 que congela os gastos públicos por dois anos.

A população perderá inúmeros direitos e serviços como educação e saúde serão sucateados. E o cenário pode ser ainda pior em tempos de crise.

Servidores de todas as categorias – saúde, segurança, serviço social e outras – serão afetados com esse congelamento, que atinge  diretamente a população que mais precisa desses serviços.

O líder do PT na Alesp, deputado estadual Alencar Santana Braga, ressaltou a degradação do estado e o que pode piorar com esse projeto: “O governador vai se aventurar mais uma vez na candidatura à presidência e vai deixar o estado pior do que já está, prejudicando os trabalhadores e a população que precisa dos serviços básicos pra viver”, disse.

Veja também:  As “coincidências” entre o pedido de Moro para “inverter a ordem” de operações e a condução coercitiva de Lula

O deputado ainda explanou que há anos os servidores não recebem aumento em diversas categorias e que um congelamento de gastos seria mais uma traição do governador à população e aos trabalhadores do estado. Para ele, trata-se de uma prova da ineficiência da gestão estadual – ao contrário da propaganda do governo – e de um grande acordo entre Alckmin e Temer para renegociar a dívida de São Paulo às custas do sofrimento do povo.

Foto: Ivan Longo

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