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06 de outubro de 2015, 12h53

Alckmin estabelece sigilo de 25 anos em documentos do Metrô e CPTM

Classificação de relatórios e projetos como ultrassecretos dificulta o conhecimento dos motivos reais de atrasos em obras de linhas e estações Por Redação O governo de São Paulo classificou como ultrassecretos centenas de documentos relativos ao transporte público de São Paulo. Desta forma, projeto e relatórios a respeito de atrasos em obras de linhas e estações do Metrô, por exemplo, só poderão ser conhecido daqui a 25 anos. Além do material sobre o Metrô, também estão incluídos documentos sobre a CPTM e os ônibus intermunicipais da EMTU. A classificação de “ultrassecreto” é o grau máximo de sigilo permitido pela Lei...

Classificação de relatórios e projetos como ultrassecretos dificulta o conhecimento dos motivos reais de atrasos em obras de linhas e estações

Por Redação

O governo de São Paulo classificou como ultrassecretos centenas de documentos relativos ao transporte público de São Paulo. Desta forma, projeto e relatórios a respeito de atrasos em obras de linhas e estações do Metrô, por exemplo, só poderão ser conhecido daqui a 25 anos.

Além do material sobre o Metrô, também estão incluídos documentos sobre a CPTM e os ônibus intermunicipais da EMTU. A classificação de “ultrassecreto” é o grau máximo de sigilo permitido pela Lei de Acesso à Informação.

A restrição, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, foi feita por meio de uma resolução publicada em 2014, em meio a investigações sobre o cartel metro-ferroviário, também chamado de Trensalão, e a menos de quatro meses das eleições.

São inúmeras as obras em atraso na área do transporte público sob responsabilidade do governo de São Paulo. O monotrilho, por exemplo, que tinha 38,6 km de linhas prometidas até 2015, teve somente 7,5% concluídos. Já a linha 6 do Metrô teve sua entrega total postergada de 2018 para 2020.

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Foto de capa: Eduardo Saraiva/A2IMG

 

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