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28 de março de 2018, 09h57

Alckmin sente pressão por declaração fascista e agora pede punição a quem atirou contra caravana de Lula

Sobre a agressão sofrida, o tucano disse que “o PT colhe o que plantou”. Diante da repercussão negativa, voltou atrás

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, parece ter se arrependido da declaração que deu sobre os tiros que atingiram o ônibus da Caravana de Lula. Na terça-feira (27), ele disse sobre a agressão que “o PT colhe o que plantou”. Na manhã desta quarta-feira (28), ele tentou apaziguar as coisas em sua conta no Twitter: Toda forma de violência tem que ser condenada. É papel das autoridades apurar e punir os tiros contra a caravana do PT. E é papel de homens públicos pregar a paz e a união entre os brasileiros. O país está cansado de divisão e...

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, parece ter se arrependido da declaração que deu sobre os tiros que atingiram o ônibus da Caravana de Lula. Na terça-feira (27), ele disse sobre a agressão que “o PT colhe o que plantou”. Na manhã desta quarta-feira (28), ele tentou apaziguar as coisas em sua conta no Twitter:

“Toda forma de violência tem que ser condenada. É papel das autoridades apurar e punir os tiros contra a caravana do PT. E é papel de homens públicos pregar a paz e a união entre os brasileiros. O país está cansado de divisão e da convocação ao conflito.”

As declarações do governador, antes de assistir à pré-estreia de “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, pegaram muito mal e ele recebeu várias críticas.

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Na ocasião, Alckmin ainda acusou a legenda rival de “sempre partir para dividir o Brasil, nós contra eles”. Agora, disse, “acabaram sendo vítimas” dessa polarização.

Voltou atrás rapidamente.

 

 

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