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08 de julho de 2019, 12h56

Após corte no orçamento, UFMS não conseguirá pagar água e luz a partir de agosto

O reitor está tentando que haja uma tolerância em caso de atrasos nos pagamentos, para que não ocorra o corte do fornecimento. “Se as concessionárias não tiverem esse bom senso haverá o risco de suspensão das aulas”

Foto: Reprodução/YouTube
Depois que o Ministério da Educação (MEC) do governo Bolsonaro cortou cerca de R$ 30 milhões de recursos para custeio e investimento, a partir de agosto a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) não vai conseguir pagar as contas de água e energia elétrica. Por isso, há o risco de as aulas serem suspensas. A informação foi prestada por Marcelo Turine, reitor da instituição, em entrevista ao “Papo das Seis”, do Bom Dia MS, na Rede Globo local, desta segunda-feira (8). Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo...

Depois que o Ministério da Educação (MEC) do governo Bolsonaro cortou cerca de R$ 30 milhões de recursos para custeio e investimento, a partir de agosto a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) não vai conseguir pagar as contas de água e energia elétrica. Por isso, há o risco de as aulas serem suspensas.

A informação foi prestada por Marcelo Turine, reitor da instituição, em entrevista ao “Papo das Seis”, do Bom Dia MS, na Rede Globo local, desta segunda-feira (8).

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Turine está tentando que haja uma tolerância em caso de atrasos nos pagamentos, para que não ocorra a suspensão do fornecimento.

“Se as concessionárias não tiverem esse bom senso em relação à universidade, que é um período transitório, a princípio sim, haverá o risco de suspensão das aulas. Nós estamos conversando com a Águas Guariroba, em Campo Grande, e com a Energisa, para que se houver um atraso de dois a três meses para que elas não façam o corte e não prejudiquem a educação e os laboratórios de pesquisa, que são estratégicos para Mato Grosso do Sul e para a competitividade do Brasil como um todo”, declarou.

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Alunos em vulnerabilidade

“A universidade já está enfrentando dificuldades. Imagina você na economia familiar, de uma hora para outra, perder 30% dos recursos. Dizerem que você não vai receber esses recursos. Isso afeta o fomento de ensino. Recursos que são utilizados para ajudar os nossos alunos em vulnerabilidade”, explicou o reitor.

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