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10 de setembro de 2018, 15h31

Após sucessivos cortes, Minha Casa, Minha Vida tem menor verba desde 2009

Em 2018, o nível de recursos previsto para o programa era de R$ 5,27 bilhões, valor bem menor do que a média destinada durante os governos do PT

Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades Depois de inúmeros cortes desde 2016, o governo de Michel Temer impôs mais um golpe ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional para 2019 prevê R$ 4,6 bilhões para o principal programa habitacional do Brasil, o que o caracteriza como o menor valor desde 2009, ano da criação do projeto. As informações são de Edna Simão, do Valor, e da Agência PT de Notícias. Entre 2009 e 2014, o Minha Casa, Minha Vida recebeu R$ 217 bilhões, média de R$ 43 bilhões ao ano. Em 2018, o...

Foto: Bruno Peres/Ministério das Cidades

Depois de inúmeros cortes desde 2016, o governo de Michel Temer impôs mais um golpe ao programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A proposta de orçamento enviada ao Congresso Nacional para 2019 prevê R$ 4,6 bilhões para o principal programa habitacional do Brasil, o que o caracteriza como o menor valor desde 2009, ano da criação do projeto. As informações são de Edna Simão, do Valor, e da Agência PT de Notícias.

Entre 2009 e 2014, o Minha Casa, Minha Vida recebeu R$ 217 bilhões, média de R$ 43 bilhões ao ano. Em 2018, o nível de recursos previsto para o programa era de R$ 5,27 bilhões, valor bem menor do que a média destinada durante os governos do PT.

O ministro do Planejamento de Temer, Esteves Colnago, defendeu que o valor é “um volume suficiente”. Entretanto, na avaliação de técnicos do próprio governo, o orçamento para 2019 pode impedir a contratação de novas unidades.

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