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07 de novembro de 2017, 15h40

Assessor diz à PF que contava dinheiro das malas na casa da mãe de Geddel

Job Ribeiro, que trabalhou com o deputado irmão de Geddel, teve digitais encontradas nas cédulas escondidas em "bunker". Ele afirmou que não sabia para onde ia o dinheiro que contava.

Job Ribeiro, que trabalhou com o deputado irmão de Geddel, teve digitais encontradas nas cédulas escondidas em “bunker”. Ele afirmou que não sabia para onde ia o dinheiro que contava. Da Redação* O assessor Job Ribeiro disse, durante depoime to à Polícia Federal, que contava dinheiro na casa da mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Job trabalhou com o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, e teve as digitais encontradas nas cédulas dos R$ 51 milhões que a polícia descobriu em um apartamento atribuído ao ex-ministro. A polícia investiga se Geddel, que está preso em Brasília, ele era...

Job Ribeiro, que trabalhou com o deputado irmão de Geddel, teve digitais encontradas nas cédulas escondidas em “bunker”. Ele afirmou que não sabia para onde ia o dinheiro que contava.

Da Redação*

O assessor Job Ribeiro disse, durante depoime to à Polícia Federal, que contava dinheiro na casa da mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Job trabalhou com o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), irmão de Geddel, e teve as digitais encontradas nas cédulas dos R$ 51 milhões que a polícia descobriu em um apartamento atribuído ao ex-ministro.

A polícia investiga se Geddel, que está preso em Brasília, ele era dono ou intermediário da fortuna. Job chegou a ser preso, mas foi solto após pagar fiança. À PF, ele disse que, com “maior frequência a partir de 2010”, recebia o dinheiro de Geddel para contar na casa da mãe do ex-ministro. De acordo com Job, as quantias variavam de R$ 50 mil a R$ 100 mil e chegavam em pacotes de papel pardo. Às vezes, segundo ele, as cédulas apareciam soltas ou envoltas em fitas.

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O assessor afirmou que não sabia de onde vinha o dinheiro e nem para onde era enviado depois. Ele disse que a contagem era feita em uma sala reservada, que funcionava como uma espécie de gabinete. Job relatou, por fim, que não recebia dinheiro de Lúcio Vieira Lima.

*Com informações do G1

Foto: Divulgação/PF

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