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Ativismo de Sofá

A expressão "ativismo de sofá" geralmente é usada para designar de forma pejorativa quem se dedica a denunciar o que lhe parece incorreto ou escrever sobre o que lhe parece correto, utilizando as redes sociais, conversas de bar, um blog, um podcast, ou uma pequena faixa erguida no meio de uma marcha.

  • O peso de ser vista como um objeto sexual

    Por Thaís Campolina, texto publicado originalmente no Medium da autora para a Revista Subjetiva. Aos nove anos, ouvi um homem adulto completamente desconhecido mexer comigo enquanto eu andava de bicicleta na praça perto da minha casa. Eu não lembro o que ele disse, se eu entendi o que ele falou, só lembro que senti que ele me […]

  • Educação, censura e os direitos humanos

    Por Thaís Campolina Quando as perguntas que envolvem problemas sociais são feitas, a resposta padrão é a de que é preciso investir na educação para mudar a realidade. A escola, portanto, é colocada como um espaço essencial para a luta de diversos setores, incluindo o das mulheres. Mas há grupos que lutam contra a abordagem […]

  • Os 30 anos da Constituição Cidadã e a pauta racial ontem e hoje (ou de Benedita a Marielle)

    Por Natália Neris, convidada especial* Em 1986 o coletivo de mulheres negras cariocas Nzinga produziu didaticamente um informativo que explicava para seus leitores/as negros/as a dinâmica do processo constituinte e os/as alertava para a importância do voto em pessoas que conhecessem os problemas do povo: “Constituinte é uma palavra que hoje está na propaganda da televisão, […]

  • Site reúne vídeos em defesa da legalização do aborto com falas de especialistas e ativistas

    Por Thaís Campolina Depois de duas edições e mais de 100 vídeos transmitidos ao vivo, a Virada Feminista Online lança agora site para reunir os vídeos produzidos durante os eventos ocorridos em 2016 e de 2017. Em ambas as ocasiões, ativistas, pesquisadoras, especialistas da área de saúde, juristas, artistas, coletivos presenciais e virtuais, sites, movimentos […]

  • A arte do flerte: consentimento, estereótipos de gênero e dominação masculina

    Por Thaís Campolina Muitos homens acham que insistir, pressionar e manipular situações para conseguir sexo é um comportamento aceitável, natural até. Esses caras acham que só é violência, que só há violação no consentimento, se obrigar, de forma direta, a mulher a fazer alguma coisa. Nesse mesmo sentido, há quem fale que as mulheres têm […]

  • Visibilidade Trans e Saúde Mental: Para ser saudável é preciso existir.

    Por Thaís Alves, colaboradora especial* O Brasil é o país que mais mata transexuais e travestis em todo o mundo. Deste ponto é que precisamos partir para pensarmos a visibilidade trans. Na segunda-feira, dia 29/01/2018, o Conselho Federal de Psicologia publicou a Resolução 01/2018, orientando os profissionais a atuarem de maneira que as identidades trans […]

  • Cinco livros para conhecer mulheres notáveis

    Por Thaís Campolina A história das mulheres e seus feitos foi ignorada e invisibilizada por séculos, mas já algum tempo, pessoas tentam resgatar informações sobre a trajetória de mulheres incríveis. As páginas Mulheres Notáveis e As Mina na História são exemplos de iniciativas online que buscam retirar o manto de invisibilidade dessa história oculta pelo machismo e […]

  • A hora e a vez do golpe na Saúde Mental – O Manicômio é Antidemocrático.

    Por Thaís Alves, colaboradora especial* Algumas canetadas sem a possibilidade de discussão e uma resolução construída sem a participação de especialistas, usuários ou trabalhadores. Assim a Coordenação Nacional de Saúde Mental aprovou nesta quinta-feira, dia 14/12/2017, uma resolução que preconiza Hospitais Psiquiátricos e Comunidades Terapêuticas em detrimento dos serviços abertos de Atenção Psicossocial para o […]

  • A desigualdade entre homens e mulheres precisa ser enfrentada

    Por Thaís Campolina Mulheres que trabalham fora dedicam, em média, 7,5 horas a mais por semana para afazeres domésticos do que homens no Brasil, mas não recebem reconhecimento ou mais dinheiro por isso, visto que o trabalho doméstico segue desvalorizado e invisível. O dinheiro que as mulheres conseguem é gasto geralmente quase todo (90%) com sua […]