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Gilberto Maringoni

Gilberto Maringoni é professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC. É também jornalista e cartunista.

  • Não à humilhação! Não aos urubus!

    "Moro quer o espetáculo.. Lula poderia não se entregar. Poderia dizer que venha o espetáculo até mim. Que venham com sirenes e camburões se quiserem. Que tragam jagunços, que passem o ridículo de prenderem o presidente mais popular do planeta quando do exercício do cargo"

  • Cúmplices paulistas

    O fato mais grave do dia é o aval que Geraldo Alckmin e João Doria deram à tentativa de homicídio do líder petista e seus companheiros.

  • Folia e rebeldia: Alguns palpites

    É muito cedo para qualquer avaliação sobre o impacto de pelo menos dois acontecimentos  na cena política, a Paraíso do Tuiuti e a ocupação do Santos Dumont. Tenho o péssimo hábito de pensar em voz alta, infernizar quem me é próximo com longas conversas telefônicas antes de opinar. Busco aqui algum diálogo com  amigos do […]

  • Fórum publica texto de Maringoni que a Folha se negou a dar por “falta de calor”

    COMO A FOLHA DE S. PAULO TRATA O CONTRADITÓRIO   Neste domingo (4), o caderno Ilustríssima, da Folha de S. Paulo, publicou extenso artigo de Armínio Fraga e Robert Muggah, fazendo um diagnóstico da política externa brasileira e traçando rumos para o futuro. Postei ontem mesmo o texto aqui no Facebook.   Achei o texto […]

  • Por que 1964 era feio e 2016 é bacana?

    Como agora o diabo veste toga, fala línguas, viaja pelo primeiro mundo, sabe se comportar e não dá vexame com os talheres e com o vinho, não há problema algum. Além do que, está tudo dentro da lei, dos incisos, dos parágrafos, das alíneas.

  • Votos que não são votos, neoudenismo e o TRF-4

    Os desembargadores não votam, não julgam. Decidem “sem interferências indevidas” o que pode e o que não pode, de acordo com o Alcorão íntimo de cada um. Ou com a Bíblia, ou com o Livros dos Mortos etc. A Constituição estará lá para decorar o ambiente.

  • Folha segue firme na campanha contra estatais

    Várias estatais tiveram parte de suas receitas podadas por força do processo de privatizações, que fragmentou sistemas integrados – caso das elétricas – e/ou criou negociatas que geraram dívidas monstruosas e vida boa para os controladores – caso da Oi.

  • Condenar Lula significa fraudar as eleições de 2018

    “Enquanto o Brasil esquece dos sucessivos escândalos do governo Temer, o que importa agora é que vão pegar o acusado de ter ocultado um triplex no Guarujá. Vão pegar [o Lula] e alardeiam que com isso a moralidade pátria estará salva.

  • Pela divisão das esquerdas

    Em 40 anos de militância, nunca vi um líder progressista fazer a afirmação do deputado Marcelo Freixo

  • Em defesa de Ivana Jinkings e da Boitempo

    A diretora e fundadora da Boitempo passou a ser ameaçada com telefonemas agressivos e mensagens covardes. Tudo por ter decidido lançar obras com fundamentos do pensamento de Marx para crianças Por Gilberto Maringoni As ameaças fascistas à Ivana Jinkings, editora da Boitempo, são gravíssimas. Mesmo sabendo-se tratar de esgares de grupelhos isolados socialmente, não convém […]

  • Hay que endurecer, sin perder la tortura

    “Para a classe dominante brasileira, as modestíssimas reformas de Lula não são permitidas. Nem acenos mínimos aos de baixo são tolerados por uma escória que tira o sangue do trabalhador há cinco séculos. Hay que endurecer sin perder la tortura, jamás!, parece ser seu slogan” Por Gilberto Maringoni Se formos rigorosos – de um ponto […]

  • Por uma frente dos que gostam e dos que não gostam de Lula

    “O TRF-4, de Porto Alegre, marcou o julgamento do acusado, líder isolado nas intenções de voto, para o dia 24 de janeiro. A base legal – ironia das ironias – é a Lei da Ficha Limpa, sancionada pelo próprio acusado há sete anos (…) Condenar Lula significa fraudar as eleições de 2018. Condenar Lula significa […]

  • O exibicionismo da boçalidade: Sobre a selfie dos policiais exibindo Rogério 157

    As imagens abaixo [ver postagem ao final do texto] são, pela ordem, o selfie coletivo de policiais cariocas a exibir Rogério 157 (chefe do tráfico da Rocinha) na manhã da quarta (6), a soldado norte-americana Lynndie England com um prisioneiro de Abu-Graib, no Iraque (2004), e o capitão George Custer e um soldado da União […]