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Cid Benjamin

Foi líder estudantil nos movimentos de 1968, participou da resistência armada à ditadura e foi dirigente do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8). Libertado em troca do embaixador alemão, sequestrado pela guerrilha, passou quase dez anos no exílio. De volta ao Brasil em 1979, foi fundador e dirigente do PT e, depois, participou da criação do PSOL. É jornalista, professor e autor dos livros “Hélio Luz, um xerife de esquerda” (Relume Dumará, 1998), “Gracias a la vida” (José Olympio, 2014) e “Reflexões rebeldes” (José Olympio, 2016). Organizou, ainda, a coletânea “Meio século de 68 – Barricadas, história e política” (Mauad, 2018), juntamente com Felipe Demier.

  • O Exército e sua imagem

    “Até quando a cúpula do Exército vai aceitar estar a serviço de um projeto criminoso e antinacional, encabeçado pelo chefe de um modelo caboclo das SA nazistas?”, questiona Cid Benjamin, em novo artigo

  • Um cenário previsível. E dramático

    Cid Benjamin, em artigo novo: “A tendência é que, cada vez mais, as pessoas saiam de casa. Estimuladas pelo presidente. Nisso aposta Bolsonaro. Mas a que preço ele ganharia essa parada?”

  • Sobre PMs, milícias e retroescavadeiras

    Leia na coluna de Cid Benjamin: "Cid Gomes errou ao tentar forçar a entrada no quartel ocupado pelos amotinados pilotando uma retroescavadeira, mas seu erro torna-se secundário ao ser alvejado a tiros por policiais amotinados"

  • Como chegamos aqui? Para onde vamos?

    Em novo artigo, Cid Benjamin questiona: “Quem será o protagonista principal de um movimento de mudanças? Provavelmente não será a classe operária, mas um espectro mais amplo de trabalhadores e estudantes”

  • Um processo golpista está em curso

    Cid Benjamin: “Quando Bolsonaro e os porta-vozes próximos acenam com a reedição do AI-5, não estão cometendo destemperos verbais. Não se trata de coincidência, mas da criação das condições para a implantação de uma ditadura”

  • As milícias, a saúva e o Brasil

    Cid Benjamin destaca, em sua nova coluna, o poder paralelo exercido pelas milícias no Rio de Janeiro, cujos chefes são figuras da intimidade da família do presidente

  • A sociedade está doente

    Cid Benjamin: “Que o governador agisse assim, não foi surpresa. Que não houvesse uma dura reação da sociedade, é preocupante. Mais grave do que um governador psicopata é termos uma sociedade conivente com a psicopatia”

  • As ruas faltaram ao encontro

    Cid Benjamin: “Na batalha por corações e mentes a ser travada na sociedade, nossa munição são os meios de comunicação. E nesse quesito temos muito a aprender com a direita e com as igrejas evangélicas. Fomos um fracasso retumbante”

  • Moro está nas mãos de Greenwald

    Cid Benjamin: “O fato é que, durante algum tempo, Moro, Dallagnol e a turminha braba de Curitiba vão ficar sobressaltados e nas mãos de Greenwald e do Intercept”