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Lelê Teles

Formado pela Universidade de Brasília, Lelê Teles é jornalista, roteirista e publicitário. É roteirista do programa Estação Periferia (TV Brasil) e da série De Quebrada em Quebrada (Prodav 09). Sua novela, Lagoas, foi premiada na Primeira Bienal de Cultura da UNE. Discípulo do Mestre Cafuna, prega o cafunismo, que é um lenitivo para a midiotia e cura para os midiotas.

  • Fogo nos racistas – Por Lelê Teles

    Borba Gato era um bandeirante - e como tem homenagem pública a bandeirantes em São Paulo: escolas, avenidas, praças, estátuas! - , e você sabe, os bandeirantes eram um grupo de mercenários escravagistas, racistas, pilhadores, estupradores, matadores de negros e de índios; uma gente que encheu as burras com grana suja de sangue.

  • Exame de fezes – Por Lelê Teles

    Discursos compulsivos e sem nexo são sintomas comuns em ditadores em final de jornada, ocorrem quando o sujeito percebe o início do fim

  • Caguei – Por Lelê Teles

    A CPI tenta puxar a descarga e promover um reset sanitário, mas até agora as privadas parecem emperradas.

  • Sobre motoboi e motoboy – Por Lelê Teles

    Para o motoboi, sua moto não é uma ferramenta de trabalho e nem um meio de transporte, é uma extensão do seu corpo, por isso a imagem do centauro bípede com chifre embutido

  • O voto expresso – Por Lelê Teles

    É mais do que urgente botarmos nossa cara na rua e expressarmos o nosso voto, não podemos nos dar por satisfeitos com os números das pesquisas, o que conta é gente na rua e voto expresso

  • Capitã Piroquina – Por Lelê Teles

    Mentir é um método e uma senha, a mentira é a (des)verdade dessa patota, Pazuzu mentiu tanto que lançaram o homem ao governo do Rio

  • Os Anjos do Inferno de Bolsolini – Por Lelê Teles

    Se o desfile dos motoqueiros do apocalipse se repetir e se replicar brasil afora, o necrarca vai acreditar que tem de fato um exército e o exército de fato terá um enorme trabalho para desarmar essa bomba que colocou no próprio colo

  • O Meganhismo – Por Lelê Teles

    O Mecanismo do Padilha foi lançado em pleno ano eleitoral e era (como negá-lo?) uma peça de propaganda que propagava um Brasil que necessitava ser libertado do mecanismo da corrupção por meio de um meganhismo corrupto

  • O Rei – Por Lelê Teles

    Uma nobreza de araque. A única rainha brasileira, rainha de verdade, com coroa na cabeça e o diabo, sangue de smurfete, reina na distante e fria Suécia.