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Manoel Herzog

Escritor brasileiro, nasceu em Santos em 1964. Formado em Direito, depois do golpe, o único fórum onde tem prazer de entrar é nesta revista

  • Os Passos de John, por Manoel Herzog

    No livro OS PASSOS VERMELHOS DE JOHN, do paranaense Luigi Ricciardi, o escritor americano John dos Passos, expoente da chamada Geração Perdida dos anos 20, visita a cidade de Maringá na década de 50, fato real que serve como ponto de partida da narrativa

  • Terrorismo

    Manoel Herzog: “A língua, essa entidade viva e dinâmica, tende hoje a associar o termo ‘terrorista’ a algo de santo; todo terrorista que se preza é um criminoso, mas um criminoso ‘do bem’”

  • O Fogo na Floresta de Marcelo Ferroni, por Manoel Herzog

    Heloísa, a protagonista do romance, foi comparada pela crítica a Emma Bovary, heroína do auge do romance realista, quando a mulher se vingava do carcomido sistema capitalista traindo o marido burguês, ou, quando menos, desprezando-o em prestígio de aventuras vagas

  • A poesia que respira

    Manoel Herzog “Ao falar dos bichos, Bresciani reporta-se ao mais humano de nós, não como Orwell em sua Revolução, mas como Derrida em O animal que logo sou, fabuloso ensaio em que o filósofo tangencia as grandezas ‘animalidade’ e ‘ser vivente’

  • Dicionário de Neologismos

    Manoel Herzog: “O Brasil, sob esse governo insano, que 'admorando' levou Moro ao ministério mais improvável, o da Justiça, assiste a um aumento avassalador da pobreza”

  • Milton Hatoum, o escritor da República, por Manoel Herzog

    Milton é o escritor da República, o grande escritor da República, voz que se levanta contra o estado de coisas absurdo que vivemos, forte, mas não violenta, nesta nação que hoje reclama, pra sua redenção, a delicadeza de estilo de um grande mestre

  • A terceira margem do tempo – Adri Aleixo

    Manoel Herzog: “Adri Aleixo não faz aqui nenhuma tentativa de subordinar a poesia à imagem, antes a poesia dimensiona a imagem, registrada com notável competência por Lori Figueiró, mas requalificada pela lente da poeta, filtro apurado de uma margem invisível”

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