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Marcelo Uchôa

Mestre e doutor em Direito Constitucional. Professor de Direito Internacional Público da Universidade de Fortaleza/UNIFOR. Advogado de Uchôa Advogados Associados. Membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia - ABJD/CE. E-mail: [email protected]

  • STOP THE COUNT!

    Que as diversas instâncias judiciárias acionadas nos Estados Unidos compreendam que o que busca Donald Trump, nesse momento, é desdenhar da Justiça, ato contínuo, fazendo de tolo o eleitor. A consequência inevitável do expediente, para além da perda na confiança das instituições, será o acirramento dos ânimos da população.

  • Golpe na Comissão Interamericana de Direitos Humanos

    "O Secretário Geral da OEA, Luis Almagro, comunicou decisão de não dar prosseguimento à recondução, para exercício de um segundo mandato, do Secretário Executivo da CIDH, Paulo Abrão, no posto para o qual havia sido inicialmente escolhido em 2016"

  • Pirataria Inglesa contra a Venezuela

    A guerra econômica imposta contra a Venezuela ganhou mais um lamentável capítulo ontem, 02/07, com a decisão do Superior Tribunal de Justiça da Inglaterra de reiterar o reconhecimento do autoproclamado mandatário Juan Guaidó como presidente do país

  • Qualquer coisa já para destituir o tirano

    Muitos deram a vida para que um texto como este pudesse ser redigido. Muitos perderam sua juventude para permitir que uma Constituição como a de 1988 pudesse ser promulgada. Não seria honesto nem com estes, nem com ninguém mais, tampouco leal com a história de perseverança dos brasileiros, permitir o avanço do despotismo.

  • Dois anos de ABJD

    A ABJD mais do que uma entidade jurídica que conjuga esforços nos campos judiciais e acadêmicos se apresenta de forma capilarizada em todo país como organização de apoio à luta diária de movimentos sociais, entidades e movimentos de representação de classe, organizações congêneres de defesa da democracia.

  • Sérgio Moro: escrúpulos às favas

    Os questionamentos não são poucos: o que será feito da denúncia de corrupção passiva do ex-ministro Sérgio Moro ao requerer vantagem (pensão para a família) em virtude do cargo? O que será feita da evidência de que, durante mais de um ano, cerrou os olhos para as articulações supostamente maliciosas dos filhos do presidente, omitindo-se, em contrapartida, de cumprir o que por lei deveria realizar?

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