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Rodrigo Perez Oliveira

Nasceu no Rio de Janeiro em 30/01/1986, é historiador, tendo se formado na educação pública das primeiras letras ao doutorado. Vivendo em Salvador desde 2017, onde atua como professor de Teoria da História na Universidade Federal da Bahia, o autor pesquisa a história do pensamento político brasileiro e os usos do passado no texto historiográfico e nas narrativas políticas, temas que foram explorados nos livros “As armas e as letras: a Guerra do Paraguai na memória oficial do Exército brasileiro”, publicado pela editora Multifoco em 2013, e “Conversas sobre o Brasil: ensaios de síntese histórica”, pela editora autografia em 2017.

  • Temer decidiu se apresentar como o candidato do golpe

    Temer decidiu catapultar o próprio nome, apresentando a si mesmo como o candidato do golpe. Pra isso, nada melhor do que criar uma agenda positiva, espetacularizando aquele que hoje, na visão da maior parte da população brasileira, é o grande problema da nação: a segurança pública.

  • O povo brasileiro já resiste ao golpe

    O imaginário se transforma e as forças motoras do golpe estão apostando todas as suas fichas nisso. Porém, as pesquisas sobre opinião pública sugerem que esse esforço não está sendo eficaz. É que tá tendo resistência

  • A corrupção, a crise e o lobo neoliberal

    Bastaram menos de 72 horas após a condenação de Lula para aliança entre o judiciário e a mídia hegemônica, até aqui marcada por lealdade recíproca, se dissolver. Moro, Dallagnol, Bretas, até semana passada representados como heróis nas páginas dos principais jornais da imprensa brasileira, se tornaram aproveitadores da coisa pública, se tornaram corruptos.

  • Como o golpe foi construído a partir da condenação de Zé Dirceu

    O paradigma indiciário rendeu bons frutos para a pesquisa histórica, se transformado em um importante programa que costumamos chamar de “micro história”. A questão é: o historiador pode basear suas hipóteses na interpretação criativa dos indícios. Mas o juiz penal não pode

  • Bolsonarismo, capitalismo tardio e corrupção

    Bolsonaro é corrupto porque defende a tortura. Não há corrupção maior do que a tortura: a tortura é a experiência de violência mais covarde que a humanidade já produziu.