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Tomaz Amorim Izabel

Graduado e mestre em Estudos Literários pela Unicamp e é doutorando na mesma área na USP. É militante da UNEAfro Brasil. Além de crítica cultural, também escreve poesia [tomazizabel.blogspot.com] e coedita o blog Ponto Virgulina de traduções literárias. Publicou traduções para o português de Franz Kafka e Walt Whitman.

  • “Deus devolve o revólver”, de Régis Bonvicino

    Tomaz Amorim analisa o novo livro de Régis Bonvicino, “Deus devolve o revólver”. “Estão presentes neste livro as multidões de viciados em craque, de moradores de rua, de carroceiros, de prostitutas. O cenário muitas vezes é a própria Cracolândia e os arredores da Luz. Sem abrir mão do cuidado estético, pincelando elementos cotidianos, mas representativos, com apelo ao detalhe material, Bonvicino fortalece a literatura religando-a ao seu território. Sem amaciar na dureza da representação, ele opera com isso uma reaproximação, a literatura não foge, mas se debruça sobre a cidade. A cidade, por sua vez, se manifesta através do texto. Não deixa de ser uma maneira de nomear o inominável - a Cracolândia falada em versos - pressuposto fundamental para sua transformação"

  • O “Fliperama” cyberpunk de Fabiano Calixto

    Tomaz Amorim analisa o livro de poemas “Fliperama” de Fabiano Calixto lançado em Março deste ano. Trata-se de leitura fundamental para quem quer sobreviver ao Brasil de 2020 encontrando ainda beleza nas coisas, sem abrir mão de suas conturbações estéticas e políticas

  • O Enem e os vestibulares precisam ser adiados

    Tomaz Amorim escreve sobre como a crise do coronavírus acentua o abismo educacional brasileiro e aponta para a necessidade de um adiamento do ENEM e dos vestibulares, assim como de medidas paliativas como o oferecimento de pacotes de dados de internet gratuitos para todos os alunos do Ensino Médio de escolas públicas

  • O fim deste mundo

    Leia na coluna de Tomaz Amorim: “O coronavírus apresenta uma interrupção no funcionamento da sociedade. E nos leva a imaginar outro mundo em que as ações temporárias que beneficiam a maioria da população e o meio ambiente sejam permanentes”.

  • J. Carlos: IMS de São Paulo promove descuidada exposição racista

    Tomaz Amorim: “Se J. Carlos foi inovador do ponto de vista de sua intervenção gráfica nas revistas e jornais brasileiros, é importante ressaltar em uma exposição dedicada à sua obra seu cunho também abertamente racista, sob o risco da passação de pano histórica”

  • Bacurau: a história de Canudos no século XXI

    Canudos resiste. Não há mais, no entanto, idolatria messiânica, com sua carga de patriarcado e negação da vida. Há múltiplas raças, identidades de gênero, orientações sexuais, uso de entorpecentes farmacêuticos e tradicionais, cultos seculares e religiosos, licenciosidade sexual e flexibilidade moral

  • Bolsonaro: a paródia como plano de governo

    Tomaz Amorim propõe uma leitura estética do governo Bolsonaro como um governo sem essência, que parodia governos populares anteriores e governa como se fosse oposição, enquanto seu programa de governo de fato permanece escondido

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Renato Rovai
Editor da Revista Fórum

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