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Tomaz Amorim Izabel

Graduado e mestre em Estudos Literários pela Unicamp e é doutorando na mesma área na USP. É militante da UNEAfro Brasil. Além de crítica cultural, também escreve poesia [tomazizabel.blogspot.com] e coedita o blog Ponto Virgulina de traduções literárias. Publicou traduções para o português de Franz Kafka e Walt Whitman.

  • Bolsonaro 2022

    Tomaz Amorim, em novo texto, diz que “uma vitória de Haddad ou de Ciro no segundo turno destas eleições, com seus planos de governos de centro e suas disposições aos velhos acordões, é garantia de vitória de Bolsonaro em 2022"

  • Traga-me a cabeça dos racistas

    Viviane Pistache faz uma crítica da peça “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, e reflete sobre a cena contemporânea do teatro negro

  • Impressões nada sérias sobre a FLIP

    Crônica de Tomaz Amorim Izabel sobre a FLIP 2018, suas impressões do Centro Histórico de Paraty e a programação diversa da festa

  • A perifilia do “Perifobia” de Lilia Guerra

    Tomaz Amorim, em novo artigo: “A ideia de periferia é mesmo inseparável de uma 'perifobia', de um medo ou ódio ao que não se reconhece como parte do mesmo centro. O trabalho de Guerra não só denuncia isso, mas instaura uma 'perifilia', um amor ao lugar onde se está, um reconhecimento da existência inevitável e feliz de uma pluralidade infinita de centros”

  • Por que algumas tragédias nos ofendem tanto?

    O incêndio que gerou o desabamento é daqueles raros momentos em que as metáforas se encarnam, se tornam literais. A cidade está em ruínas, o país está desmoronando, os pobres estão sendo esmagados, o preço do aluguel é de matar. Na literalização da metáfora perdemos a capacidade de simbolizar, o acontecimento fica lá, maior do que nossa capacidade de dar significado a ele e as reações são as mais variadas

  • O Sul do Brasil como “enclave” na poesia de Marcelo Labes

    Em novo texto, Tomaz Amorim escreve: “A caravana de Lula pelo Sul foi alvo de atentados violentos. Poucas semanas antes, um livro de poesia retratava a difícil relação do Sul com o resto do país e as possibilidades de deslocamento histórico e simbólico entre eles”.

  • Mulheres também são vilãs na 2ª temporada de “Jessica Jones”

    Em novo artigo, Tomaz Amorim escreve: "Mostrar o mal também como potência feminina não é uma recaída no machismo, como poderia parecer. Pelo contrário, é mais uma investida rumo a uma representação mais justa das mulheres como pessoas autônomas, responsáveis por suas ações e motivadas por desejos próprios"

  • Luz e Sombra das Mulheres de Wakanda

    “Okoye, a chefe das Dora Milaje, pode ser facilmente associada a Iansã, orixá senhora dos ventos e da guerra. Okoye foi fundamental no desfecho da batalha entre os exércitos de T'Challa e Killmonger pelo trono de Wakanda, certamente fazendo mulheres negras do mundo inteiro se sentirem fortalecidas quando viram o general W.Kabi e companheiro da guerreira rendido a seus pés, numa salutar reversão das assimetrias de gênero.” Viviane Pistache escreve na coluna de Tomaz Amorim sobre as mulheres no filme Pantera Negra.

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Renato Rovai
Editor da Revista Fórum

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