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Valerio Arcary

É professor titular do IFSP. Doutor em história pela USP, estudou na Universidade de Paris e Lisboa entre 1974/78, participou da revolução portuguesa, voltou ao Brasil e se uniu à Convergência Socialista, esteve presente na reconstrução da UNE em Salvador em 1979, na fundação do PT em 1980 e da CUT em 1983, sendo secretário-geral da CUT/São Paulo entre 1985/86. Atuou na Apeoesp entre 1983/90, foi membro da Executiva Nacional do PT entre 1989/92, e foi presidente nacional do PSTU entre 1993/98 e, desde 2016 é membro da Coordenação Nacional do MAIS/PSOL. É autor de O martelo da história, entre outros livros.

  • A amizade na política e a política na amizade

    Em novo artigo, Valerio Arcary escreve: “Na esquerda revolucionária para o século XXI que queremos construir devemos saber preservar amizades, apesar das diferenças políticas que nos separam em distintas organizações”

  • O eleitoralismo é uma forma de pensamento mágico

    Em novo texto, Valerio Arcary avalia que “uma esquerda com responsabilidade estratégica deve pensar a tática eleitoral de 2018 com a perspectiva de se preparar para os grandes confrontos que virão depois de outubro”

  • Mentalidades primitivas, o grande medo e Jair Bolsonaro

    Valerio Arcary diz que a chave de interpretação do Brasil deve ser a desigualdade social, e a chave da desigualdade é a escravidão. Sem compreender o significado histórico da escravidão é impossível decifrar a especificidade do Brasil

  • Ciro Gomes não é o mal menor

    Os que defendem a necessidade da esquerda (PT, Psol/PCB, PCdB) não terem pré-candidaturas para apoiar Ciro Gomes desde agora estão cometendo um erro irreparável

  • A Argentina e o efeito orlof

    Novo artigo de Valério Arcary: O dinheiro é um meio e não um fim. A fortuna torna insolentes os seus favoritos. É a sabedoria popular portuguesa

  • Marx, o incendiário

    Marx incendiou a imaginação de gerações com uma aposta no projeto anticapitalista de uma transição consciente para uma sociedade em que seremos, socialmente, iguais; humanamente, diferentes e, totalmente, livres. Esse Marx, o incendiário, é imortal

  • Cinco erros de análise de uma parcela da esquerda radical

    A parcela da esquerda radical que tergiversa sobre a criminalização de Lula pela operação Lava Jato, defendendo o “Fora Todos” e agora o “Prisão para todos” cede à pressão da popularidade da Lava Jato.