Cesar Castanha
CESAR CASTANHA Do encanto com os créditos de abertura de "Alice no País das Maravilhas", visto religiosamente sempre que exibido nas tardes de sábado pelo SBT, veio a paixão pelo cinema como experiência estética, transformadora e expressão de uma ideia, uma história ou do próprio experimento. Por amar o cinema para além dos padrões de qualidade impostos a ele pela mídia, por outras instituições e até por uma crítica datada, veio o meu amor por conversar sobre cinema, aderi-lo, defendê-lo, apropriar-me dele. O Milos Morpha é uma conversa sobre cinema. Aqui, o texto nunca é certo e definitivo. O cinema não é uma fórmula para que cada cineasta se aproxime da solução mais correta, é um conjunto de experiências artísticas que já dura mais de 100 anos, é dessa forma que criticamente percebemos e experimentamos o cinema no Milos Morpha.
Um lugar histórico: o evangelho de Pasolini

25/7/2020 | Leia no blog Milos Morpha: "Leitor de Gramsci, Pasolini organiza um antifascismo utópico, imaginando, em seus filmes, um lugar de distorção, subversão e resistência ao Estado fascista e à Igreja"

Sobre o cinema não realista e filmes absurdos

8/4/2020 | Leia no blog Milos Moprha: "Podemos falar, ao observarmos o Brasil presente, em uma única hegemonia, um único entendimento vigente do que é real? O nosso último processo eleitoral é, afinal, prova do quanto o não realismo pode transformar o espaço vivido e até reivindicar uma revisão da realidade social"

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