Fórum Educação

#Tomaz Amorim Izabel

06 de Maio de 2020, 17h21

O Enem e os vestibulares precisam ser adiados

Tomaz Amorim escreve sobre como a crise do coronavírus acentua o abismo educacional brasileiro e aponta para a necessidade de um adiamento do ENEM e dos vestibulares, assim como de medidas paliativas como o oferecimento de pacotes de dados de internet gratuitos para todos os alunos do Ensino Médio de escolas públicas


07 de abril de 2020, 22h49

O fim deste mundo

Leia na coluna de Tomaz Amorim: “O coronavírus apresenta uma interrupção no funcionamento da sociedade. E nos leva a imaginar outro mundo em que as ações temporárias que beneficiam a maioria da população e o meio ambiente sejam permanentes”.


28 de março de 2020, 15h54

A lír(ic)a de Carlos Orfeu em “Invisíveis cotidianos”

Como nenhum tempo é sombrio demais para a poesia, Tomaz Amorim analisa o claro e escuro da poesia de Carlos Orfeu no recém republicado “Invisíveis Cotidianos”


08 de janeiro de 2020, 23h35

“O sucesso recente do cinema nacional não é compartilhado por todos”. Entrevista com o ator André Luis Patrício

Em sua coluna na Fórum, Tomaz Amorim entrevista o ator André Patrício; na pauta o cinema brasileiro, o teatro e o racismo nessas áreas


04 de novembro de 2019, 23h33

J. Carlos: IMS de São Paulo promove descuidada exposição racista

Tomaz Amorim: “Se J. Carlos foi inovador do ponto de vista de sua intervenção gráfica nas revistas e jornais brasileiros, é importante ressaltar em uma exposição dedicada à sua obra seu cunho também abertamente racista, sob o risco da passação de pano histórica”


24 de setembro de 2019, 15h14

Entrevista com Lubi Prates: “Meu corpo – não meu país – é meu lugar de fala”

Tomaz Amorim entrevista a poeta Lubi Prates sobre seu livro “um corpo negro”


05 de setembro de 2019, 22h50

Fiquei em primeiro no concurso, larguei emprego e o governo cortou minha bolsa

Tomaz Amorim: “O espancamento e a destruição a céu aberto, anunciada, da universidade pública são parte de um mesmo projeto. É a normalidade nacional escancarada”


24 de agosto de 2019, 10h47

Bacurau: a história de Canudos no século XXI

Canudos resiste. Não há mais, no entanto, idolatria messiânica, com sua carga de patriarcado e negação da vida. Há múltiplas raças, identidades de gênero, orientações sexuais, uso de entorpecentes farmacêuticos e tradicionais, cultos seculares e religiosos, licenciosidade sexual e flexibilidade moral


30 de julho de 2019, 06h14

Bolsonaro: a paródia como plano de governo

Tomaz Amorim propõe uma leitura estética do governo Bolsonaro como um governo sem essência, que parodia governos populares anteriores e governa como se fosse oposição, enquanto seu programa de governo de fato permanece escondido


19 de julho de 2019, 06h00

Amor militante em “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro

Tomaz Amorim Izabel: “É um caso raro de filme que pode dar prazer e fazer pensar tanto libertários, quanto religiosos, sem contradição necessária”


02 de julho de 2019, 06h00

“Estamos em uma dimensão ruim” ou as realidades paralelas como resposta da ficção à catástrofe social

Na coluna de Tomaz Amorim: Por que tantos filmes e séries de ficção científica têm utilizado o recurso do multiverso e das realidades paralelas? O que isso diz sobre nosso presente político?


27 de junho de 2019, 06h00

Uneafro-Brasil: Atlas da Violência 2019 mostra que genocídio da juventude e das mulheres negras continua

Organização aponta para a necessidade de reagir, a partir dos dados de aumento da violência, sobretudo entre os segmentos tratados como minorias, como mulheres, negros e população LGBTI+


03 de junho de 2019, 23h13

Transtopia afrofuturista e privilégio branco em “A gente se vê ontem”, de Stefon Bristol

Na coluna de Tomaz Amorim, Stella Paterniani analisa o filme “A gente se vê ontem”, dirigido por Stefon Bristol e produzido por Spike Lee para a Netflix, e suas especificidades como uma obra de ficção científica negra


25 de março de 2019, 06h00

Bolsonaro e a falência do falo

Tomaz Amorim diz: “A imagem envelhecida, adoecida, que fala gaguejando, que tem a expressão permanente no rosto de ‘como é que eu vim parar aqui’, é o representante ideal deste falo que não funciona mais. Eis sua força de sedução. Daí se reconhecerem nele tantos homens”


12 de fevereiro de 2019, 22h19

O videogame como obra de arte e a série “Russian Doll”

Tomaz Amorim analisa a possibilidade dos jogos de videogame como forma artística e sua influência nas séries e filmes contemporâneos, como no exemplo mais recente da série “Russian Doll” da Netflix”