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24 de maio de 2019, 11h27

Avaliação “ruim ou péssimo” do governo Bolsonaro dobrou desde fevereiro

A expectativa em relação ao restante do mandato de Bolsonaro também tem ficado cada dia mais pessimista. Em fevereiro, apenas 15% acreditavam que ele faria um governo "ruim ou péssimo", enquanto hoje já são 31%

Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/PR)
A cada mês, a falta de confiança no governo Jair Bolsonaro (PSL) aumenta. O derretimento do apoio é sentido até mesmo nas pesquisas mais conservadoras, como a realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Polícias e Econômicas (Ipespe) a pedido da XP Investimentos, que mostra, no levantamento divulgado nesta sexta-feira (24), que entre fevereiro e maio o porcentual de pessoas que avaliam o governo Bolsonaro como “ruim ou péssimo” mais que dobrou, saltando de 17% para 36%. Após atos, rejeição a Bolsonaro sobe cinco pontos e supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa No mesmo período, o apoio caiu 6 pontos...

A cada mês, a falta de confiança no governo Jair Bolsonaro (PSL) aumenta. O derretimento do apoio é sentido até mesmo nas pesquisas mais conservadoras, como a realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Polícias e Econômicas (Ipespe) a pedido da XP Investimentos, que mostra, no levantamento divulgado nesta sexta-feira (24), que entre fevereiro e maio o porcentual de pessoas que avaliam o governo Bolsonaro como “ruim ou péssimo” mais que dobrou, saltando de 17% para 36%.

Após atos, rejeição a Bolsonaro sobe cinco pontos e supera aprovação pela primeira vez, mostra pesquisa

No mesmo período, o apoio caiu 6 pontos porcentuais, tanto entre aqueles que avaliam o governo “bom ou ótimo” – de 40% para 34% – quanto entre quem classifica como regular – de 32% para 26%.

A expectativa em relação ao restante do mandato de Bolsonaro também tem ficado cada dia mais pessimista. Em fevereiro, apenas 15% acreditavam que ele faria um governo “ruim ou péssimo”, enquanto hoje já são 31%. Os que viam o restante do mandato como “bom ou ótimo” eram 60% em fevereiro e hoje são 47%.

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