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07 de julho de 2019, 14h52

Balbúrdia vira filme sobre as universidades públicas que Bolsonaro quer destruir

Documentaristas lançam campanha na internet para financiamento coletivo. Produção visitará diversas universidades públicas no país

Foto: Jonas Santos/Mídia Ninja
Por Rede Brasil Atual  Na tentativa de desqualificar a vida acadêmica no interior das melhores universidades brasileiras e justificar sua política de cortes orçamentários e de desmonte, o ministro da Educação Abraham Weintraub usou o termo “balbúrdia”. O que o chefe do MEC não imaginava é que estava colocando lenha na fogueira da resistência. E para mostrar que, apesar dos investimentos em queda nos últimos anos, as universidades públicas produzem conhecimento, ciência e futuro, a Pau a Pique Produções lançou campanha de financiamento coletivo para o documentário Balbúrdia. O documentário é uma resposta aos ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL) à rede federal de ensino superior,...

Por Rede Brasil Atual 

Na tentativa de desqualificar a vida acadêmica no interior das melhores universidades brasileiras e justificar sua política de cortes orçamentários e de desmonte, o ministro da Educação Abraham Weintraub usou o termo “balbúrdia”. O que o chefe do MEC não imaginava é que estava colocando lenha na fogueira da resistência. E para mostrar que, apesar dos investimentos em queda nos últimos anos, as universidades públicas produzem conhecimento, ciência e futuro, a Pau a Pique Produções lançou campanha de financiamento coletivo para o documentário Balbúrdia.

O documentário é uma resposta aos ataques do governo de Jair Bolsonaro (PSL) à rede federal de ensino superior, às ciências humanas e também à perseguição ideológica. Para isso vai ouvir alunos, professores e todos os atores da educação superior e da ciência no país, mostrando sua importância para um futuro digno.

Serão visitadas as três universidades que mais causam “balbúrdia”, segundo Weintraub: A Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Universidade Federal da Bahia (UFBA). As três que sofreram maior percentual de cortes – Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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E também as três públicas mantidas pelo governo do estado de São Paulo – Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (Unesp), no alvo de uma CPI estadual movida por motivos ideológicos.

A Pau a Pique Produções nasceu dentro do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp.

Para contribuir, acesse o site www.catarse.me

Assista ao vídeo de apresentação do documentário:

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