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28 de março de 2017, 19h10

Bancada do PMDB no Senado diz não à terceirização de Temer e Rodrigo Maia

Posicionamento foi definido em reunião realizada nesta terça-feira (28); para o grupo, proposta de terceirização irrestrita precariza as relações de trabalho e revoga as conquistas implementadas pela CLT Por Redação Em reunião realizada nesta terça-feira (28), a bancada do PMDB no Senado decidiu se colocar contrária à sanção do projeto de lei de terceirização para todas as atividades, conforme texto aprovado na Câmara dos Deputados na última semana. Para o grupo, a proposta precariza as relações de trabalho, revoga as conquistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e derruba a arrecadação no país. A bancada, então, optou por defender a regulação...

Posicionamento foi definido em reunião realizada nesta terça-feira (28); para o grupo, proposta de terceirização irrestrita precariza as relações de trabalho e revoga as conquistas implementadas pela CLT

Por Redação

Em reunião realizada nesta terça-feira (28), a bancada do PMDB no Senado decidiu se colocar contrária à sanção do projeto de lei de terceirização para todas as atividades, conforme texto aprovado na Câmara dos Deputados na última semana.

Para o grupo, a proposta precariza as relações de trabalho, revoga as conquistas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e derruba a arrecadação no país. A bancada, então, optou por defender a regulação e a regulamentação das atividades terceirizadas que já existem e não de forma ampla e irrestrita, como sugere o projeto.

Entre os nomes que assinaram o documento confirmando o posicionamento da bancada do partido, estão os senadores Marta Suplicy (SP), Kátia Abreu (TO), Eduardo Braga (AM), Emlano Férrer (PI), Rose de Freitas (ES), Hélio José (DF), Renan Calheiros (AL), Simone Tebet (MS) e Waldemir Moka (MS).

Foto: Lula Marques/ AGPT

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