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31 de agosto de 2018, 07h50

Barroso sobre inelegibilidade ou não de Lula: “Vivo as angústias do Brasil”

Perguntado sobre em que direção tenderia a votar, Barroso disse ainda: “Jamais falo sobre o que vou fazer. No máximo, explico o que já fiz”

Foto: Nelson Jr./SCO/STF
O ministro Luís Roberto Barroso, relator do pedido de registro de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse sobre a decisão que terá que tomar sobre a inelegibilidade ou não do ex-presidente: “Vivo as angústias do Brasil”. Perguntado sobre em que direção tenderia a votar, Barroso disse ainda: “Jamais falo sobre o que vou fazer. No máximo, explico o que já fiz”, disse. O TSE deverá discutir nesta sexta (31) se Lula pode aparecer como candidato na propaganda eleitoral. Existe ainda a possibilidade de a corte antecipar a decisão sobre o pedido de registro do petista na corrida eleitoral. A campanha na TV...

O ministro Luís Roberto Barroso, relator do pedido de registro de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse sobre a decisão que terá que tomar sobre a inelegibilidade ou não do ex-presidente: “Vivo as angústias do Brasil”.

Perguntado sobre em que direção tenderia a votar, Barroso disse ainda: “Jamais falo sobre o que vou fazer. No máximo, explico o que já fiz”, disse.

O TSE deverá discutir nesta sexta (31) se Lula pode aparecer como candidato na propaganda eleitoral. Existe ainda a possibilidade de a corte antecipar a decisão sobre o pedido de registro do petista na corrida eleitoral.

A campanha na TV começa sábado (1º). Se não puder ser candidato, a participação de Lula será restrita a até 25% do tempo de cada propaganda, o espaço reservado por lei a apoiadores. O PT teme um veto total a imagens do petista, o que só é imposto a quem teve os direitos políticos cassados –e este não é o caso dele.

O maior dano que o TSE pode impingir ao partido, além de tirar Lula da corrida, é determinar que, por ter insistido em registrar um candidato que provavelmente seria enquadrado na Lei da Ficha Limpa, o PT não tenha o prazo de 10 dias para indicar outro nome.

Veja também:  PT pede ao CNMP investigação de Dallagnol e Pozzobon por usarem Lava Jato para ganhar dinheiro

A defesa do ex-presidente pediu ao Supremo que o julgamento do recurso contra a decisão de negar um habeas corpus a Lula seja presencial, e não no plenário virtual.

Na segunda (27), Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, liberou o caso para deliberação online. Os ministros poderiam registrar votos entre 7 e 13 de setembro.

As informações são do Painel, da Folha

 

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