Blog do Rovai

16 de abril de 2013, 20h23

Entrevista exclusiva: Amaury Ribeiro Jr. abre o coração e fala de candidatura a ABL

 

Caríssimo, Amaury, tudo bem? Antes de tudo quero te dizer que fiquei muito feliz com a sua candidatura a imortal e que por este motivo esta não será uma entrevista imparcial. Sou seu “campanaheiro”. Acho fundamental fazer este alerta para que pessoas desavisadas não tenham a impressão de que nosso jornalismo é semelhante ao dos piguentos. Mas, vamos ao que interessa, pelas informações que tenho recebido sua candidatura está badaladíssima na ABL. Todos só especulam como seria o chá da tarde com a sua presença. Por acaso você já pensou em algo especial para esses momentos?

Amaury: Como enólogo prefiro ao vinho. Vou produzir o vinho da academia. Se o Ricardo Sérgio, o artesão da Privaria Tucana e tesoureiro do Serra pode montar a Enoteca Fasano, eu também posso me aventurar na área. Vale lembrar que o Serra não conseguiu na Justiça (onde me processou por dano morais) ficar com todo o lucro do livro da privataria. Sob o argumento de que o vampiro tinha muito dinheiro em paraíso fiscal, o juiz só deu (como diria a Araci de Almeida) mi mangos para ele.

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O amigo já pensou no discurso de posse? Pretende ler trechos do seu clássico A Privataria Tucana? Tem em mente a quem irá agradecer em momento tão solene?

Amaury: Não. Vou lançar a Antropofagia Tucana, uma releitura de Oswald de Andrade para os nefastos tempos do neoliberalismo.

Se não me engano (fique a vontade para me corrigir) um dos acadêmicos mais ilustres se chama Nerval Penteia Macacos. Esse senhor é de uma retidão imensa e costuma ter opiniões muito balizadas acerca de temas que tocam o interesse do país. Como a sua obra clássica aborda temas de interesse da Nação, o amigo pretende alguma deferência especial a Mr. Nerval? (PS: Referi-mo ao supra-citado imortal como Mr. porque sei que ele mantém relações sinceras com a embaixada americana no Brasil e que fica muito feliz ao ser tratado assim).

Amaury: Acabei de compor uma música, na verdade se trata de uma salsa cubana, que se chama Merval em Cuba.

Como se pode ver na imagem acima que me foi enviada pela sua dileta assessoria, vê-se que o amigo já encomendou o fardão. Poderia me informar o nome do estilista que o preparou? 

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Amaury: O estilista se chama William Novaes,  o MacGyver lá da Editora.

Agora, como última pergunta, vou recorrer ao clássico momento das melhores entrevistas. Aquele momento onde eu falo uma palavra e você tem que dizer em pouquíssimas, algo. Preparado… vamos lá:

Cor: Vinho.

Flor: Girassol.

Fruta: Uva.

Paraíso: Meu vinhedo,minha roça. (Jurei que o amigo ia dizer “fiscal”…rs)

Ilha:  Santa Catarina. (Cayman e Jersey não lhe agradam, né?)

FHC: Já esqueci

Serra: O Vingativo

Mulher: Camilla, minha ex- e atual mulher. (Poxa, as Verônicas vão ficar fulas contigo…)

Bicho: Ilustre, o jumento pega  que meu pai me deixou. (Os tucanos não vão entender por que você corre tanto atrás deles…rs).

Muito obrigado, dileto amigo, foi um prazer imensurável poder desfrutar desse momento especial. Sua candidatura não é um fardão, como a de seu principal adversário. E algo leve. Fácil de levar em frente. Conte comigo!

Ah, sim, uma última coisa. Deixe uma mensagem especial para os nossos leitores. Uma boa entrevista não pode acabar sem isso…

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Amaury: Faltou uma pergunta: um monstro a  ser abatido: Margareth Tacher, essa facista maldita não deveria nem ter nascido.

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