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11 de julho de 2019, 06h34

Bispo licenciado da Universal e Advogado-Geral da União entram na lista para ministro “terrivelmente evangélico” do STF

Como opções, Bolsonaro ainda analisa os nomes do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro

André Mendonça, da AGU, e Marcos Pereira, com Bolsonaro (Montagem)
Os nomes do deputado Marcos Pereira (PRB/SP), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, e do advogado-geral da União, André Mendonça, estão no topo da lista para a escolha de um ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo Tribunal Federal (STF), como foi anunciado nesta quarta-feira (10) por Jair Bolsonaro durante evento no plenário da Câmara que comemorou os 42 anos da igreja do bispo Edir Macedo. Marcos Pereira foi um dos mais entusiasmados parlamentares que discursou durante o evento. Formado em Direito pela Universidade Paulista e especialista em Direito e Processo Penal pela Faculdade de Direito da Universidade...

Os nomes do deputado Marcos Pereira (PRB/SP), bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, e do advogado-geral da União, André Mendonça, estão no topo da lista para a escolha de um ministro “terrivelmente evangélico” para o Supremo Tribunal Federal (STF), como foi anunciado nesta quarta-feira (10) por Jair Bolsonaro durante evento no plenário da Câmara que comemorou os 42 anos da igreja do bispo Edir Macedo.

Marcos Pereira foi um dos mais entusiasmados parlamentares que discursou durante o evento. Formado em Direito pela Universidade Paulista e especialista em Direito e Processo Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pereira atua como professor de Direito Penal no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), que pertence ao ministro Gilmar Mendes, do mesmo STF. É o atual 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional do Brasil.

Já Mendonça, que tem apoio de parte da bancada evangélica, tem recebido elogios de ministros da corte por sua defesa do governo, mas seria muito jovem para o posto.

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Como opções, Bolsonaro ainda analisa os nomes do ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro.

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