Racismo contra o Pará vem da Alemanha e também de Santa Catarina
Mais um caso isolado vi do da Alemanha, mais um caso isolado vindo de Florianópolis. Para surpresa de ninguém
Depois de participar da Cop-30, o chanceler alemão - nem vou procurar o nome do Capiroto - disse que estava feliz por voltar e, principalmente, por deixar "aquele lugar para trás". Não somos inocentes. Não estamos falando de uma avaliação estética ou arquitetônica. Sabemos que o que move a avaliação é o que não foi dito: aquela gente feia, aquela gente escura, aquele país de merda, aquele calor, e a maniçoba que tentaram me empurrar. E tira esse carimbó daqui.
Calma, chanceler. Nos sabemos o que vocês fizeram no século passado. Câmara de gás e tudo o mais.
É racismo alemão, claro. Levemente disfarçado. Ou inveja de quem não tem uma Fira ou uma Fafá para chamar de sua.
O pronunciamento foi aplaudido por Nikolas Chupeta, Flávio Rachadinha e Bia Kicis, representantes legítimos da escória brasileira. Diga-me com quem andas....
Mas o racismo é interno também. Uma torcedora do Avaí ofendeu apoiadores do Clube do Remo, que se enfrentavam em Florianópolis. Vocês são feios, vocês vieram de jegue, coisas assim.
Vamos tratar como mais um caso isolado? E aquele casal que explicou, em vídeo, o que um brasileiro como eles deve fazer para ser bem recebido por lá?
Aposto tudo que tenho - até minha Caloi - que são eleitores daquele capitão que simboliza o Novembro Xadrez.
Melhor andar de jegue do que ser eleitor de jegue.