Não, Bolsonaro, não somos uma República Bananeira
Jair Bolsonaro foi preso por não acreditar na força da Democracia do país que presidiu
O filho do ex-presidente evoca Isaías e chama adoradores do Mito para uma vigília a partir das 19 horas em frente à casa do pai. Uma aglomeração apropriada para ele aproveitar a confusão e fugir, já sem tornozeleira eletrônica, para alguma embaixada. O pai, não se sabe o motivo, queima a largada e tira a tornozeleira. E vai preso preventivamente. O ato final, a prisão definitiva, fica para segunda.
Este é um roteiro do que pode ter acontecido no dia de hoje. O tema musical apropriado poderia ser Yes, nós temos banana, com Carmem Miranda.
Não temos.
Não somos uma república de bananas
A Democracia brasileira está fortalecida e os que tentaram afrontá-la vão pagar caro. Já estão pagando.
O grande erro da organização criminosa comandada por Jair Messias Bolsonaro foi não perceber a mudança. Tudo que fizeram foi baseado nessa ignorância. Acharam que era possível chamar um juiz da Suprema Corte de canalha, dizer que não obedeceria mais ordens dele e insinuar que recebia propinas? Para depois, cara a cara, afinar e pedir desculpas? Acabou, porra! O Brasil não é assim.
Fizeram um plano, o Punhal Verde Amarelo, para matar Lula, Alckmin, Alexandre de Moraes e imprimiram?
A crença na impunidade era total. O general Alberto Heleno, em reunião gravada, disse que era preciso fazer alguma coisa porque depois seria tarde. Tudo gravado. Pobre Brasil de depender da perícia de um general com tão baixo poder cognitivo.
A Democracia Brasileira está acima de tantos imbecis
Não somos bananeiros.