Cinegnose

por Wilson Ferreira

14 de agosto de 2018, 15h03

Série “Filhos do Caos”: a combinação totalitária tecnologia, meritocracia e educação

Muitos consideram a série taiwanesa “Filhos do Caos” (“On Children”, 2018-), disponível no Netflix, como o “Black Mirror” oriental: nos cinco episódios estão modernas tecnologias (de uma espécie de controle remoto tempo-espaçial a neuro-dispositivos) que criam mundos distópicos. Porém, todo o controle, disciplina e opressão recaem sobre adolescentes


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23 de julho de 2018, 18h18

Pós-verdade e Fake News são notícias falsas para colocar jornalistas hipsters “na linha”

Por que esse repentino esforço profissional-acadêmico para dar um ar de novidade a um fenômeno tão velho quanto a própria história do Jornalismo?


17 de julho de 2018, 15h07

Por que agora a Globo apoia movimentos identitários? Brizola explica

Em toda sua história, a Rede Globo foi acusada de sexismo e racismo. Mas de repente, a emissora começou a apoiar e dar visibilidade a movimentos identitários e culturais como nunca antes. Política de “controle de danos” para tentar descolar a sua imagem do Golpe de 2016 e dar alguma credibilidade ao telejornalismo? Ou há algo além?


10 de julho de 2018, 17h19

Moro e Neymar: a vaidade é o pecado favorito do Diabo

Em 72 horas os maiores investimentos semiótico-ideológicos da grande mídia foram desconstruídos: Sérgio Moro e Neymar Jr. O primeiro caiu na armadilha do habeas corpus que supostamente iria soltar Lula. E o segundo, na arapuca tautista midiática que fez o jogador acreditar que era intocável, até a viralização do mote “cai-cai” em vídeos pelo mundo eliminá-lo junto com a Seleção. Duas bombas semióticas


09 de julho de 2018, 13h36

Por que o Brasil não podia ser campeão?

No rescaldo da eliminação do Brasil diante da Bélgica na Copa da Rússia está sendo mobilizado uma operação de emergência para salvar o alto investimento semiótico-ideológico feito no futebol pela grande mídia e mercado publicitário: salvar Tite e Neymar e colocar em ação o tradicional sacrifício do bode expiatório – o volante Fernandinho


04 de julho de 2018, 19h07

Globo cria “crocodilo napolitano” na Copa da Rússia

Em 2009 o jornal inglês “The Telegraph” contou a pitoresca história de um mafioso napolitano que ameaçava comerciante locais com um imenso crocodilo. Depois de pouco mais de uma década de pauta diária com Mensalão e Lava jato, intimidação virou um “modus operandi” tautista da Globo. Até na cobertura da Copa da Rússia


25 de junho de 2018, 20h25

Neymar + efeito Heisenberg = outro ovo da serpente chocado

Observe a fotografia que abre essa postagem. Ela poderá explicar bastante o futuro que talvez esteja reservado para a Seleção brasileira nessa Copa. A imagem mostra Neymar Jr. correspondendo às câmeras em um flagrante do chamado “efeito Heisenberg” midiático


14 de junho de 2018, 17h31

Cinegnose discute bombas semióticas e guerra híbrida na FACIP/Universidade de Uberlândia

Na noite da última quinta-feira este humilde editor do “Cinegnose” ministrou a palestra de abertura do Curso “O Golpe de 2016 e o futuro da democracia”. Saiba mais


04 de junho de 2018, 15h03

Toda a democracia que o dinheiro pode inventar em “Terra Prometida”

Quanto dinheiro é necessário para simular uma discussão pública e democrática? Confrontado com a atual crise política brasileira, fruto da guerra híbrida e geopolítica do petróleo, “Terra Prometida” dá no quê pensar…


28 de maio de 2018, 21h52

O roteiro da greve dos caminhoneiros: um filme já visto?

Greve de caminhoneiros é um filme já assistido em momentos de instabilidade política e social que antecedem golpes políticos


21 de maio de 2018, 17h55

A guerra semiótica calça chuteiras para a Copa 2018

Para quem ainda duvida e acha que guerra híbrida e bombas semióticas não passam de “teoria da conspiração”, uma simples comparação entre as peças publicitárias que promoviam a Copa de 2014 e a desse ano, na Rússia, põe fim a qualquer dúvida


14 de maio de 2018, 15h11

Esquerda ri de si mesma na derrota da guerra semiótica

O sucesso na Internet da camiseta vermelha da seleção brasileira, para torcedores de esquerda torcerem na Copa sem serem confundidos com “paneleiros do pato amarelo”, e do “Museu da Direita Histérica” no Facebook são dois sintomas de um mal-estar da esquerda: a derrota por WO no campo da comunicação. Quando ri dos vídeos impagáveis da “direita raivosa” ou se diverte com a camiseta alternativa da seleção, no fundo ri de si mesma – enquanto a esquerda brada as armas dos símbolos (o vermelho, cartas para Lula e bandeira do MST e CUT etc.), a direita dispara a bomba semiótica da iconificação – a apropriação dos símbolos para se converterem em ícones facilmente massificados ou viralizados. Símbolos são iniciáticos, sectários, exclusivos. Enquanto os ícones valem mais do que mil símbolos. Desde a iconificação do símbolo da suástica pelos nazistas.