sábado, 19 set 2020
Publicidade

Milos Morpha comenta… Se beber, Não case

Você é aquele tipo de pessoa que gosta de comédia besteirol? Ou está no grupo de apreciadores de piadas mais inteligentes e criativas? Não importa qual opção escolha, se você aprecia qualquer tipo de comédia, certamente apreciará “Se Beber, Não Case” (The Hangover), filme indicado ao Globo de Ouro de Melhor Comédia.
Na trama, quatro amigos viajam para Las Vegas nas vésperas do casamento de Doug (Justin Bartha). Ao acordarem de uma noite sem lembranças em Vegas, eles dão por falta do Noivo. O resto do longa é uma espécie de odisséia dos personagens na sua tentativa de lembrar o ocorrido para poderem achar o noivo e salvar o casamento. Desnecessário dizer: tal enredo promove os mais inusitados e criativos momentos (para não dizer hilários).
As fortes atuações apoiam o poder do roteiro. Zach Galifianakis, revelado pelo filme, promete ser o novo nome da comédia atual, enquanto Ed Helms mostra seu talento além do hilário Andy Bernard, seu personagem em The Office.

Cesar Castanha
Cesar Castanha
Do encanto com os créditos de abertura de "Alice no País das Maravilhas", visto religiosamente sempre que exibido nas tardes de sábado pelo SBT, veio a paixão pelo cinema como experiência estética, transformadora e expressão de uma ideia, uma história ou do próprio experimento. Por amar o cinema para além dos padrões de qualidade impostos a ele pela mídia, por outras instituições e até por uma crítica datada, veio o meu amor por conversar sobre cinema, aderi-lo, defendê-lo, apropriar-me dele. O Milos Morpha é uma conversa sobre cinema. Aqui, o texto nunca é certo e definitivo. O cinema não é uma fórmula para que cada cineasta se aproxime da solução mais correta, é um conjunto de experiências artísticas que já dura mais de 100 anos, é dessa forma que criticamente percebemos e experimentamos o cinema no Milos Morpha.