Milos Morpha

por Cesar Castanha

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03 de janeiro de 2011, 20h37

Todos Dizem Eu Te Amo

Quando se trata de um filme de Woody Allen é comum descreve-lo simplesmente com: “é woody allen né?”. Nesse filme não é diferente. Narrado por uma voz crítica (dessa vez não se trata do personagem de Allen e sim de sua filha, DJ), recheado de relacionamentos pouco usuais, paixonites institivas e um final de poucas soluções, frequentemente voltando ao lugar inicial do filme. Porém tem uma coisa diferindo esta película das outras, se trata de um musical. Sim, um musical com direito a danças, sapateados e solos românticos. No entanto a parte cantada do filme parece ser uma sátira desse gênero cinematográfico. As letras são irônicas e as danças excessivamente exageradas, tais cenas chegam proximo ao ridículo proposital.
DJ é responsável por dar a sua (um tanto quanto esdrúxula) família um olhar crítico. Seu pai (Woody Allen, sempre o mesmo) está prestes a desistir de relacionamentos amorosos quando conhece Von (Julia Roberts). Através de sua filha (DJ observa, através de um buraco na parede, as consultas de Von com sua terapeuta), ele consegue tornar-se o homem dos sonhos desse completamente pertubado novo amor. Sua irmã (Drew Barrymore) parece não controlar seus instintos ao largar o noivo certinho por um ex-presidiário não tão arrependido. No final os personagens se deparam com suas fantasias e passam a ter de certa forma um controle sobre elas, DJ é a única que parece não ter aprendido a lição.


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