quarta-feira, 23 set 2020
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You’ll Be the Death of Me – True Blood Season Finale 1ªtemp

Comecei o post lembrando a vocês o quão legal é a abertura da série, pra depois falar o quão eu gostei do fim da 1ªtemporada.
Pra início de conversa tenho que elogiar a enorme capacidade de Alan Ball de escrever uma trama, ele não deixa pontas soltas e ainda nos oferece de bom grado personagens maravilhosamente bem construídos. True Blood foge do esteorótipo da série comum, ela na verdade se assemelha mais a uma novela que a uma série. Pórem comparar essa obra prima a uma novela é pecado.
A revelação do assassino não foi a coisa mais chocante do universo, e nem era pra ser. Diferente dos nossos amigos que escrevem Lost Alan Ball sabe como conduzir um mistério, não precisa ficar nesse truque de esconder a cara do personagem que o Sr. Abrams gosta tanto.
E o epílogo? simplesmente como todo epílogo deveria ser (aprenda com Ball, Miss J.K. Rowling). Agora estou doido pra ver a 2ª temporada, já soube pelo @andamos no twitter que a new vampire Jessica vira personagem fixa, that’s such a great thing.
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Nem tudo são flores, não faz nenhum sentido Jason Stackhouse ter entrado naquela igreja anti-vampirista só porque o cara foi visitá-lo na prisão, ainda mais depois de descobrir que foi um desses anti-vampiristas que matou sua avó, sua namorada, e que quase matou sua irmã.
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Mudando de assunto, nota 0 para a universal channel, faz um tempão que enrola e nada da 2ª parte da 2ª temporada de Greek

Cesar Castanha
Cesar Castanha
Do encanto com os créditos de abertura de "Alice no País das Maravilhas", visto religiosamente sempre que exibido nas tardes de sábado pelo SBT, veio a paixão pelo cinema como experiência estética, transformadora e expressão de uma ideia, uma história ou do próprio experimento. Por amar o cinema para além dos padrões de qualidade impostos a ele pela mídia, por outras instituições e até por uma crítica datada, veio o meu amor por conversar sobre cinema, aderi-lo, defendê-lo, apropriar-me dele. O Milos Morpha é uma conversa sobre cinema. Aqui, o texto nunca é certo e definitivo. O cinema não é uma fórmula para que cada cineasta se aproxime da solução mais correta, é um conjunto de experiências artísticas que já dura mais de 100 anos, é dessa forma que criticamente percebemos e experimentamos o cinema no Milos Morpha.