Fenômeno

“Três Graças” vira hit global com casal lésbico e Globo se mobiliza

Juquinha e Lorena viralizam em vários países e viram trunfo internacional da emissora

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Jornalista (USJ), mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e doutor em Ciências Socais (PUC-SP). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro “A construção da heternormatividade em personagens gays na televenovela” (Novas Edições Acadêmicas) e um dos autores de “O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente” (AnnaBlume).
“Três Graças” vira hit global com casal lésbico e Globo se mobiliza
“Três Graças” vira hit global com casal lésbico e Globo se mobiliza. Divulgação/ Globo

Por essa a Globo não esperava: o casal lésbico da nova novela das 21h, “Três Graças”, formado por Juquinha (Gabriela Medvedovski) e Lorena (Alanis Guillen), se tornou fenômeno internacional e viralizou nas redes.

Nas redes, as jovens já ganharam um apelido — Loquinha, junção de Lorena e Juquinha — e se tornaram o carro-chefe de “Três Graças”. Diante do fenômeno, a Globo entrou em campo e lançou uma série de cortes com legendas em inglês, espanhol e italiano.

Além disso, a emissora deve apostar daqui pra frente na trama do casal, que é de fato um sucesso. Para se ter uma ideia, o arco de Lorena e Juquinha foi o ponto alto do capítulo do último sábado (29), quando as duas se conheceram no jantar oferecido por Maggye (Mell Muzzillo).

 

 

 

Na trama, Juquinha é policial civil em início de carreira, e Lorena, que ainda não se decidiu sobre o seu futuro profissional, é filha do vilão Santiago Ferrete (Murilo Benício). 

Aliás, o pai de Lorena deve ser o grande entrave da relação da filha com Juquinha, já que Santiago é homofóbico e constantemente pressiona os filhos a se casarem e lhe darem netos.

Diante do sucesso do casal, o autor de “Três Graças”, Aguinaldo Silva, comemorou em suas redes e revelou que sempre quis desenvolver uma trama lésbica como a da novela.

“Desde ‘Senhora do Destino’ eu queria contar uma história assim. Finalmente consegui”, comemorou Aguinaldo Silva.

 

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