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por Rodrigo Vianna

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05 de junho de 2014, 10h20

Boris Casoy, Mussolini, Hitler e a palmada

Boris Casoy é um conhecido direitista. Gostava da ditadura, que gostava dele. Nos últimos tempos, notabilizou-se por comentários preconceituosos contra garis. Agora, em relação à lei da palmada, tentativa de coibir que adultos agridam crianças, disse que se trata de algo fascista.


Por Juremir Machado da Silva, em seu blog

Boris Casoy é um conhecido direitista.

Gostava da ditadura, que gostava dele.

Nos últimos tempos, notabilizou-se por comentários preconceituosos contra garis.

Agora, em relação à lei da palmada, tentativa de coibir que adultos agridam crianças, disse que se trata de algo fascista.

Disse mais: que Mussolini e Hitler devem estar aplaudindo essa lei.

Hitler e Mussolini devem estar aplaudindo Boris Casoy, representante deles no Brasil.

A outra, Raquel Sherazade, está na geladeira.

Mas vai voltar.

Os fascistas sempre voltam.

É a lei do eterno retorno do pior.

Casoy afirma que o Estado não pode se meter nas coisas da família, na educação dos filhos. Como pode, então, determinar que os pais enviem seus filhos à escola? Asneira pura. Casoy é mais um a defender o direito dos pais de baterem em crianças.

Sagrado direito familiar à barbárie.

Em 2014, educar exige competência.

A palmada é a marca registrada da estupidez pedagógica.


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