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21 de setembro de 2016, 16h59

Depois de assumir golpe e defender Cunha, Temer reconhece que era vice decorativo

Durante entrevista coletiva em Nova Iorque, o presidente empossado Michel Temer reconheceu que era “vice decorativo” de Dilma Rousseff. Essa não é a primeira vez que o presidente comete atos falhos em declarações

Por Matheus Moreira

O presidente empossado Michel Temer, em entrevista durante Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque (EUA), disse que não sabia de corrupção no PT porque, na verdade, ele era “vice decorativo”.

Ao assumir o apelido dado por alguns opositores e reconhecer que não tomava parte da gestão de Dilma Rousseff, Temer, em cruzada de atos falhos, acrescenta mais esse a longa lista. Entre os erros cometidos pelo “ex-vice-decorativo”, está a entrevista concedida ao repórter da Globo News, Roberto D’Ávila, sobre a restrição de viagens de Dilma Rousseff com aviões da FAB (Força Aérea Brasileira).

Na ocasião, Temer havia se referido ao processo de impeachment de Dilma como “golpe”. Na mesma entrevista, ainda defendeu o ex-presidente da Câmara e ex-deputado Eduardo Cunha, que teve mandato e direitos políticos cassados no início do mês.

Veja o momento, em Nova Iorque, em que Temer se diz vice decorativo:

 

Foto: reprodução


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