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06 de março de 2019, 08h52

Bolsonaro aumenta em 16% gastos com cartões corporativos vinculados à Presidência

Apesar de ter seu fim defendido durante a transição, a gestão Bolsonaro não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão nos dois primeiros meses

Bolsonaro (Arquivo/PR)
Reportagem de Breno Pires, na edição desta quarta-feira (6) do jornal O Estado de S.Paulo, informa que nos dois primeiros meses na presidência Jair Bolsonaro (PSL) elevou os gastos com cartões corporativos em 16%, em relação à média dos últimos quatro anos, já considerada a inflação no período. Apesar de ter seu fim defendido durante a transição, a nova gestão não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão. O cálculo leva em consideração os pagamentos vinculados à Secretaria de Administração da Presidência da República – que incluem as despesas relacionadas ao...

Reportagem de Breno Pires, na edição desta quarta-feira (6) do jornal O Estado de S.Paulo, informa que nos dois primeiros meses na presidência Jair Bolsonaro (PSL) elevou os gastos com cartões corporativos em 16%, em relação à média dos últimos quatro anos, já considerada a inflação no período.

Apesar de ter seu fim defendido durante a transição, a nova gestão não só manteve o uso dos cartões como foi responsável por uma fatura de R$ 1,1 milhão.

O cálculo leva em consideração os pagamentos vinculados à Secretaria de Administração da Presidência da República – que incluem as despesas relacionadas ao presidente.

A descrição da maioria dos pagamentos é sigilosa. Nem mesmo a data em que a despesa foi feita é divulgada. O argumento é que informar os gastos do presidente pode colocar em risco a sua segurança.

Outro item que cresceu foi a proporção das despesas da secretaria dentro do total de gastos do governo, que chegou a 21%. Esse porcentual variou entre 10% e 15% nos anos anteriores.

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Leia a reportagem na íntegra.

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