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21 de maio de 2019, 21h56

Bolsonaro já estuda mudanças no decreto das armas que libera venda de fuzil para qualquer cidadão

“Esse é um dos aspectos que estão sofrendo avaliação por parte do presidente, junto com a nossa assessoria jurídica da Casa Civil”, disse o porta-voz Otávio do Rêgo Barros

Foto: Reprodução/Instagram Jair Bolsonaro
Em mais um possível recuo, o governo pensa em alterar o decreto que flexibilizou o uso e a compra de armas e munições, entre elas, a medida que permite a qualquer indivíduo adquirir um fuzil. O anúncio foi feito nesta terça-feira (21) por Otávio do Rêgo Barros, porta-voz da presidência. “Esse é um dos aspectos que estão sofrendo avaliação por parte do presidente, junto com a nossa assessoria jurídica da Casa Civil, para a partir dessa reavaliação ajustar ou não o decreto, dentre outros temas”, destacou. O porta-voz acrescentou não ter autorização para divulgar quais os outros itens que estão...

Em mais um possível recuo, o governo pensa em alterar o decreto que flexibilizou o uso e a compra de armas e munições, entre elas, a medida que permite a qualquer indivíduo adquirir um fuzil. O anúncio foi feito nesta terça-feira (21) por Otávio do Rêgo Barros, porta-voz da presidência.

“Esse é um dos aspectos que estão sofrendo avaliação por parte do presidente, junto com a nossa assessoria jurídica da Casa Civil, para a partir dessa reavaliação ajustar ou não o decreto, dentre outros temas”, destacou.

O porta-voz acrescentou não ter autorização para divulgar quais os outros itens que estão sob análise da Casa Civil e que, em seguida, passarão pela decisão de Bolsonaro.

“As propostas que nós recebemos são positivas e vem ao encontro da percepção do governo de que é dialogando que se vence determinados obstáculos”, disse.

Ampliação do prazo

Barros disse, ainda, que André Luiz Mendonça, ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), se encontrou com Rosa Weber, ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar do assunto.

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Mendonça disse à magistrada que vai solicitar a ampliação do prazo, que termina nesta quarta-feira (22), para que Bolsonaro e o ministro Sérgio Moro apresentem explicações sobre o decreto.

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