ONDA DE TERROR

Homem é preso em flagrante por planejar ataque a escolas inspirado no caso de Blumenau

Suspeito, segundo a Polícia Civil, planejava massacre em instituições de ensino do Rio Grande do Norte e Paraíba

Homem foi preso na Paraíba suspeito de planejar ataques em escolas.Créditos: Divulgação/Polícia Militar da Paraíba
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Em meio à onda de terror que vem assolando o país com inúmeros ataques violentos em escolas, um homem foi preso em flagrante, nesta terça-feira (11), por planejar atos do tipo.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito, de 25 anos de idade, estaria postando mensagens e imagens relacionadas ao ataque à creche de Blumenau (SC) na última semana, em que 4 crianças morreram, e planejaria empreender o mesmo tipo de crime em escolas de Joca Claudino, na Paraíba, e Luis Gomes, no Rio Grande do Norte

Entre as publicações que motivaram a prisão do suspeito, estão vídeos em tom de ameaça, exibindo armas brancas. A Polícia Militar chegou até ele através de uma denúncia feita por um vizinho. 

Ao site Diário do Sertão, o delegado Dr. Antonio Netto informou que o homem foi preso em flagrante na divisa entre o RN e PB. Ele foi encaminhado à cadeia pública de Uiraúna após a detenção e permanece à disposição da Justiça. 

Como denunciar ameaças de ataques em escolas

O governo Lula, através do Ministério da Justiça, lançou na última sexta-feira (7) um canal online para que a população denuncie perfis das redes sociais e pessoas que fazem ameaças de massacres em escolas. A medida faz parte da Operação Escola Segura, lançada pela pasta no dia anterior em resposta ao ataque à creche privada Cantinho Bom Pastor, em Blumenau (SC), em que quatro crianças morreram, e a outros episódios de violência do tipo. 

O canal de denúncias é feito em parceria com o SaferNet Brasil, entidade que é referência no enfrentamento aos crimes e violações aos Direitos Humanos na Internet. "Qualquer informação é bem-vinda. Todas as denúncias são anônimas e as informações enviadas serão mantidas sob sigilo", ressalta o Ministério da Justiça. 

Para denunciar, basta clicar neste link