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09 de fevereiro de 2020, 16h40

Após um ano, linhas aéreas de baixo custo já pensam em deixar o Brasil

Empresas como a norueguesa Norwegian, a argentina Flybondi e as chilenas Sky e JetSmart começam a repensar sua estratégia no Brasil, devido à incapacidade de competir no mercado, apesar dos incentivos do governo de Jair Bolsonaro.

Avião da linha aérea chilena Sky (foto: divulgação)

Apesar das tentativas do governo federal de incentivar o setor aéreo, como a abertura total ao capital estrangeiro, as companhias de baixo custo começam a dar sinais de que podem deixar o Brasil. Empresas como a norueguesa Norwegian, a argentina Flybondi e as chilenas Sky e JetSmart começam a repensar sua estratégia no Brasil, devido à incapacidade de competir no mercado.

Por exemplo, na primeira semana de fevereiro, somente 3,5% dos voos internacionais foram feitos por linhas de baixo custo. Segundo o consultor André Castellini, especialista no setor aéreo, “enquanto as brasileiras (Gol, Latam e Azul) forem eficiente, é difícil que elas tenham um papel relevante”.

Castellini também afirma que não é fácil para as empresas estrangeiras oferecerem tarifas mais baratas em comparação com as tradicionais, como ocorre na Europa – segundo ele, porque “o diferencial de custo não permite tarifas muito baixas”.

Um informe interno da empresa Norwegian afirma que “a companhia está exposta a risco de liquidez”, devido às cifras negativas que vem tendo em suas operações no Brasil – a empresa oferece voos entre Rio de Janeiro e Londres, e já informou que pretende reduzir sua oferta em 10% neste ano.


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