Garçom que atendeu Bolsonaro em Miami também é suspeito de ter coronavírus

Franklin Oliveira afirmou que “embora o vírus não tenha tanto poder contra quem é jovem, achei interessante vir e fazer o exame e ficar com a consciência tranquila, saber que não sou o propagador do vírus”

O brasileiro Franklin Oliveira, que trabalha como garçom na churrascaria Steak Brasil, em Miami, e que chegou a tirar foto com Jair Bolsonaro quando o presidente passou pelo restaurante, no domingo passado, foi ao hospital e solicitou realizar um teste de coronavírus, nesta quinta-feira (12).

Oliveira buscou ajuda médica após dois dias sentindo dores na garganta. Através de suas redes sociais, Oliveira publicou seu relato: “Eu atendi domingo a comitiva do presidente Jair Messias Bolsonaro e o presidente (sic) da Secom atestou positivo hoje de manhã, então achei interessante vim fazer o exame, porque eu fui o garçom da mesa deles, e eu já estou com dor de garanta desde ontem, hoje se agravou um pouquinho mais quando acordei”.

O brasileiro está sendo atendido no hospital Jackson Memorial, em Miami, “Eu sei que o vírus não tem tanto poder contra a gente que é jovem, mas é mais uma preocupação com as pessoas idosas, para não propagar o vírus para tentar ter um controle do avanço do coronavírus. Por isso achei interessante vir e fazer o exame e ficar com a consciência tranquila, saber que não sou o propagador do vírus”, contou.

Oliveira também conta que o hospital ainda não confirmou se ele poderá realizar o exame, e que isso será decidido pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças, nesta sexta-feira.

No domingo, o garçom teve contato com o secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten, que já deu positivo em seu exame de coronavírus, e com o presidente Jair Bolsonaro, que está sob suspeita e aguarda resultados de exames.

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