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03 de outubro de 2017, 08h01

Delegada que deu nome à Lava Jato foi responsável pela prisão que levou ao suicídio reitor de Santa Catarina

Transferida do Paraná para Santa Catarina, Érika Mialik Marena levou os métodos de Curitiba para o novo estado e o reitor foi preso sem nem ter sido antes convocado a prestar depoimentos. 

Transferida do Paraná para Santa Catarina, Érika Mialik Marena levou os métodos de Curitiba para o novo estado e o reitor foi preso sem nem ter sido antes convocado a prestar depoimentos. 

Do blog do Mello

A delegada da Polícia Federal Érika Mialik Marena foi quem ordenou a prisão do reitor Luis Carlos Cancellier, da Universidade Federal de Santa Catarina, que se matou na manhã desta segunda-feira (2), num shopping da capital. Érika fazia parte da equipe original da Operação Lava Jato. Aliás, foi ela quem deu a ideia do nome da Operação.

Transferida do Paraná para Santa Catarina, a delegada levou os métodos de Curitiba para o novo estado e o reitor foi preso sem nem ter sido antes convocado a prestar depoimentos. Exposto à execração pública pela mídia corporativa sensacionalista, o reitor não resistiu e se matou, atirando-se do alto do principal shopping da capital catarinense.

Segundo o Estadão, a delegada o acusava de obstruir as investigações: “A delegada de Polícia Federal Érika Mialik Marena, da Operação Ouvidos Moucos, afirmou em representação à Justiça que o reitor Luis Carlos Cancellier, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tentou ‘obstaculizar investigações internas’. A Ouvidos Moucos apura irregularidades na aplicação de R$ 80 milhões em recursos federais recebidos pela UFSC relativos ao curso de Ensino a Distância”.

Érika foi interpretada pela atriz Flávia Alessandra no filme Polícia Federal – A lei é para todos.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

 

 

 


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