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11 de setembro de 2019, 08h28

Eduardo Bolsonaro pede “prisão por crime de estupro” à acusadora de Neymar

Filho do presidente disse que Neymar é vítima e que, por ele, Najila receberia a mesma pena "que ela desejava" para o jogador

Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Momentos depois que a Polícia Civil de São Paulo indiciou, nesta terça-feira (10), a modelo Najila Trindade Mendes de Souza por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão contra Neymar, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) usou as redes sociais para criticar o “politicamente correto” e disse que Najila deveria ser presa pelo mesmo crime de estupro que diz ter sido vítima.

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O deputado compartilhou uma publicação do cineasta Josias Teófilo, que dizia: “Quedê aquelas que comentavam: prefiro acreditar numa mulher que num estuprador?”. Então, aproveitando o comentário, Eduardo alegou que o “politicamente correto reduz a justiça a critério pré-selecionados que independem dos fatos”.

Em seguida, saiu em defesa do jogador. “Neymar é vítima e por mim essa falsa acusadora receberia a mesma pena que ela desejava para o Neymar: prisão pelo crime de estupro”, disse. A decisão da Polícia Civil, no entanto, não faz com que Neymar seja considerado inocente. Caso haja novas provas, o inquérito poderá ser reaberto a qualquer momento.

Najila acusou Neymar de estupro, durante encontro em Paris, França, no dia 15 de maio. A modelo chegou a comentar que sentiu preconceito por parte de seu primeiro advogado, que acabou largando a causa porque alegou que a modelo mudou sua versão de agressão para estupro. “Ele deu a tender que eu não fui estuprada: ‘Deu porque quis’. Então, ele ia tirar essa parte e falar só em agressão, porque ele tinha as provas da agressão, que eram as fotografias”, disse.


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