domingo, 27 set 2020
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Empresas de militares da ativa fecharam contratos de ao menos R$ 2,6 milhões com as Forças Armadas

A credibilidade das Forças Armadas está cada dia mais decadente desde que os militares se alinharam ao governo Jair Bolsonaro. A imagem de isenção e patriotismo derrete na mesma proporção, ao serem reveladas relações imorais e até ilegais que fundem interesses privados ao Estado.

Neste domingo (26), levantamento realizado por Lucas Machesini e Raphael Veleda, no site Metrópoles, revela que militares da ativa firmaram pelo menos 14 contratos com as Forças Armadas, em um valor que totaliza R$ 2,6 milhões.

Em um dos casos, no fornecimento de medicamentos para o 61º Batalhão de Infantaria de Selva, em Cruzeiro do Sul, no Acre, há clara ilegalidade no fato de que a Drograria Econômica, que vendeu os produtos, tem como único sócio o terceiro-sargento Wellington Batista de Farias, o que é proibido por lei.

Nos demais casos, os militares constam como sócios nas empresas, como ocorreu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, quando a MM Autopeças, faturou R$ 1,6 milhão entre 2014 e 2015 vendendo peças e serviços para o Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar.

A empresa tem como sócio o primeiro-sargento Luciano de Mello Villa, que está lotado nessa unidade desde 2010.

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Redação
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Direto da Redação da Revista Fórum.