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10 de janeiro de 2020, 10h52

Governo Bolsonaro: Feijão teve aumento de 56% no preço, maior do que o da carne

O feijão carioca subiu 56% ao longo do ano, enquanto o alho teve alta de 33,5%

Foto: Alan Santos/PR

A alta no preço da carne foi a principal polêmica do governo de Jair Bolsonaro nos últimos meses de 2019. O alimento acumulou alta de 32% ao longo do ano, o que obrigou famílias a comprar carne de segunda ou trocar por frango e ovo, interferindo nos preparativos das festas de fim de ano. No entanto, outros produtos tradicionais do dia a dia tiveram um aumento ainda superior, como é o caso do feijão e do alho. Informações foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE.

O feijão carioca subiu 56%, enquanto o alho teve alta de 33,5%. Os jogos de azar, também típicos no dia a dia de muitos brasileiros, ficaram 40,36% mais caros. Com relação aos cortes de carne, a maior alta foi da capa de filé (+39,41%), seguida do acém (+36,22%), da costela (+35,07%) e do patinho (+33,85%).
Só em novembro, a carne bovina teve um aumento médio de 8,09%, o maior resultado para o mês desde 2015. Outro produto que teve um aumento considerável no primeiro ano de governo Bolsonaro foi a gasolina, que chegou a atingir R$ 5,299 o litro em alguns postos de capitais como Rio de Janeiro e São Paulo. O posto de gasolina com o litro mais caro localiza-se em Angra dos Reis, cobrando R$ 5,859.
Os dados divulgados pelo IBGE são da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A inflação encerrou 2019 em 4,31%, acima da meta do governo, de 4,25%, mas dentro da margem de tolerância. Em 2018, a inflação foi de 3,75%.

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