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13 de setembro de 2019, 12h03

Hospital que pegou fogo no Rio divulga lista de mortos

Onze corpos de pacientes foram retirados durante as buscas. Até agora, cinco vítimas foram identificadas

Foto: Reprodução/Facebook

A direção do Hospital Badim, parcialmente destruído em um incêndio na noite desta quinta-feira (12), afirmou na manhã desta sexta (13) que os bombeiros encerraram as buscas por mortos. Onze corpos de pacientes foram retirados durante as buscas.

Até agora, cinco vítimas foram identificadas: Ana Almeida do Nascimento, 90 anos; Irene Freiras de Brito, 84 anos; Luzia dos Santos Melo, 88 anos; Maria Alice Teixeira da Costa, 76 anos e Virgílio Claudino da Silva, 66 anos.

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O incêndio, que teria sido provocado por um curto-circuito no gerador da parte antiga da unidade da Rede D’Or, se iniciou por volta das 18h e gerou uma grande coluna de fumaça. Funcionários retiraram pacientes em macas e os colocaram na calçada para ser feito atendimento e a transferência para outros hospitais.

A direção do hospital diz que houve duas quedas de energia antes do incêndio. A Light, concessionária de energia do Rio, informou que não houve registro de interrupção do fornecimento de energia antes do fogo.

Gigiane dos Santos, uma das acompanhantes que estava no hospital, despencou do terceiro andar ao tentar deixar o prédio usando uma corda feita com lençóis. Ela fraturou os dois tornozelos e vai passar por cirurgia. Segundo o esposo de Gigiane, ela tentou chegar à janela porque não estava mais conseguindo enxergar o ponto de saída em razão da fumaça no local.

O Hospital Badim pertence à Rede D’Or, responsável pelo hospital onde o presidente Jair Bolsonaro está internado. A rede foi criada pelo cardiologista Jorge Moll, denunciado por contratos irregulares que somam R$ 1 bi, e já teve em sua vice-presidência o médico Sérgio Cortez, ex-secretário de saúde de Sergio Cabral, que participou da “farra dos guardanapos” em Paris e chegou a ser preso na Lava Jato.


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