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30 de abril de 2020, 09h54

IBGE: Desemprego atinge 12,9 milhões e trabalho sem carteira assinada registra queda de 7%

A informalidade, onde se encontram a maioria dos trabalhadores que buscaram o auxílio emergencial diante da pandemia, atinge 36,8 milhões de pessoas

(Arquivo)

Antes mesmo do agravamento da pandemia do coronavírus, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou um aumento no desemprego, que passou de 11% para 12,2% no trimestre encerrado em março – em relação aos três meses anteriores -, atingindo 12,9 milhões de brasileiros.

Os dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE mostram ainda a falácia do governo Jair Bolsonaro em relação à política de “menos direitos e mais empregos” com queda de 7% no número de empregados sem carteira assinada no setor privado – um contingente de 832 mil pessoas que foram dispensadas ante ao trimestre anterior. Em grande parte, esses trabalhadores foram contratados durante o fim do ano passado e dispensados sem direito algum.

Entre os contratados com carteira de trabalho na iniciativa privada, a queda do número de empregos foi de 1,7% em relação ao trimestre anterior.

Informalidade
A informalidade, onde se encontram a maioria dos trabalhadores que buscaram o auxílio emergencial diante da pandemia, atinge 36,8 milhões de pessoas e o número de trabalhadores por conta própria, que inclui MEIs e empregados por aplicativos, chegou a 24,2 milhões de pessoas.

A população subutilizada (27,6 milhões de pessoas) teve aumento de 5,6% (mais 1,5 milhão de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior (26,2 milhões).


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