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16 de fevereiro de 2020, 19h04

Juíza nega pedido de censura e indenização de R$ 1 bi feito por igreja contra Porta dos Fundos

No pedido, a igreja pentecostal diz que o filme humorístico viola a liberdade de consciência religiosa e de crença

Foto: Divulgação/Porta dos Fundos

A juíza Nathalia Magluta, da 5ª Vara Cível do Rio de Janeiro, negou o pedido de censura e indenização de R$ 1 bilhão feito pela Igreja Pentecostal contra o Especial de Natal do Porta dos Fundos, lançado em 2018. A liminar incluía o pedido de retirada do programa da Netflix.

A igreja evangélica alega que o programa humorístico abusou da liberdade de expressão e viola a liberdade de consciência religiosa e de crença ao retratar Jesus como homossexual. A juíza, no entanto, considerou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que garantiu o direito à liberdade de expressão do grupo.

Até então, o Itamaraty não solicitou à Rússia a extradição de Eduardo Fauzi, suspeito de atentado contra Porta dos Fundos. Segundo o ministério das Relações Exteriores, o pedido não foi feito porque o Ministério da Justiça, comandado pelo ex-juiz federal Sérgio Moro, não solicitou.

Censura em Cingapura

Na semana passada, a Netflix divulgou quais conteúdos foram removidos de sua plataforma por ordem de governos ao redor do mundo. Entre as obras censuradas, está o especial do Porta dos Fundos, censurado em Cingapura a pedido da autoridade de mídia do país (IMDA).



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