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24 de julho de 2018, 11h45

Marca de menino tatuado na testa ainda não saiu, um ano após início da remoção

A tortura foi tão profunda que pode deixar marcas permanentes no rosto do jovem

(Foto: divulgação)

Ruan Rocha, 18 anos, o menino que foi tatuado na testa após tentar furtar uma bicicleta há um ano e um mês, na Grande São Paulo, ainda sofre com as dores impostas pelas sessões de laser e pela indefinição sobre se sua pele deixará de estar marcada. As informações são da Ponte.

A tortura foi tão profunda que pode deixar marcas permanentes no rosto do jovem. Ruan está internado para se recuperar da dependência química e quer recomeçar a vida.

Em fevereiro deste ano, a Justiça de São Paulo condenou os autores do crime cometido em maio de 2017. O tatuador Maycon Wesley Carvalho dos Reis pegou 3 anos, 4 meses e 15 dias de prisão e o pedreiro Ronildo Moreira de Araújo, 3 anos 9 meses e 7 dias por lesão corporal gravíssima e constrangimento ilegal.

Sobre a situação atual do filho, Vânia Rocha se mostra chateada, mas esperançosa em um final feliz o quanto antes. “É muito ruim. Isso não é bom. É ruim porque não está saindo. Como vai ficar? Vou ver o que pode fazer. Ficar assim não pode”, disse à Ponte.

Leia a matéria completa na Ponte


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