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27 de novembro de 2019, 23h17

Neymar é condenado a pagar 88 milhões de calotes dados na Receita Federal

Em abril, o pai do jogador esteve reunido com Paulo Guedes e com Marcos Cintra, então secretário especial da Receita; após o encontro, Neymar pai foi recebido por Jair Bolsonaro

Foto Reprodução

A vida de Neymar nos últimos meses não anda nada favorável ao jogador, não somente dentro de campo, com suas seguidas crises e confusões armadas no Paris Saint-Germain. Desta vez, o problema é com a Justiça.

Roberto da Silva Oliveira, juiz da 7ª Vara Federal de Santos, litoral de São Paulo, mandou que o atacante pague uma dívida de R$ 88.148.707,21 com a União. A alternativa dada pelo magistrado foi que ele nomeie bens do seu patrimônio para assegurar a execução fiscal, de acordo com informações da Folha de S.Paulo.

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Em outubro de 2019, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) entrou com uma ação de execução contra Neymar. Também considerou como corresponsáveis o pai dele, Neymar da Silva Santos, e a mãe, Nadine Gonçalves, além das empresas Neymar Sport e Marketing, N&N Consultoria Esportiva e Empresarial e N&N Administração de Bens.

O assunto é bem incômodo para a família do atleta. Tanto que, em abril de 2019, Neymar pai esteve reunido com Paulo Guedes, ministro da Economia, e com Marcos Cintra, então secretário especial da Receita. Após o encontro, o pai do jogador foi recebido por Jair Bolsonaro.

“Esclarecimentos”

O encontro com o ministro foi fora da agenda oficial e só foi incluído na agenda pública de Guedes depois de encerrada a reunião.

A assessoria do Ministério da Economia, em nota, disse que “o empresário apresentou seus esclarecimentos ao ministro Paulo Guedes, sendo usual a concessão de audiências ao setor privado, conforme consta na agenda pública das autoridades da União”.


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