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14 de setembro de 2017, 14h13

Para interpretar estereótipo carioca, estudantes montam ‘biqueira’

O evento era um dia temático, prática comum em instituições de ensino para celebrar o último ano de educação básica de alunos do 3º ano do ensino médio.

O evento era um dia temático, prática comum em instituições de ensino para celebrar o último ano de educação básica de alunos do 3º ano do ensino médio.

Da Redação*

Estudantes do Colégio Pedro II, no Rio, deveriam representar estereótipos que girassem em torno do tema “O carioca”. Pronto. Na última terça-feira (5), um grupo deles simulou uma venda de drogas por traficantes dentro da escola com armas de brinquedo e reprodução cinematográfica das substâncias ilícitas.

O evento era um dia temático, prática comum em instituições de ensino para celebrar o último ano de educação básica de alunos do 3º ano do ensino médio.

“O evento foi autorizado pela Direção Geral do Campus São Cristóvão III, como há anos ocorre, porém não constava do evento proposto a encenação de traficantes de drogas”, informou a direção do colégio através de nota.

A nota informa, também, que a direção do colégio se reuniu com associações de pais e de estudantes para tratar do assunto. Além disso, afirma que o ocorrido apenas reflete a violência sob a qual todos os cariocas estão sujeitos.

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“O carioca toma ciência da morte de policiais e bandidos, em uma guerra urbana de maior monta que a guerra civil na Síria. Sabe do poderio bélico dos bandidos muitas vezes superior ao da polícia e sabe que o armamento dos bandidos e o tráfico de drogas não brotaram nas Comunidades Carentes do Rio de Janeiro”, lê-se na nota.

Confira o posicionamento do colégio na íntegra clicando aqui.

*Com informações do Estadão

Foto: Reprodução YouTube

 


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