Polícia localiza Lázaro Barbosa, o “serial killer do DF”, que consegue fugir novamente

Houve troca de tiros e um pano ensanguentado foi encontrado

A equipe de buscas que está atrás de Lázaro Barbosa, apontado como serial killer responsável por uma chacina em Ceilândia, conseguiu localizá-lo nesta quinta-feira (17) com o auxílio de cães farejadores, mas o suspeito acabou fugindo pela mata.

Notícias relacionadas

Em coletiva de imprensa, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, afirmou que acredita que Lázaro está ferido. O suspeito foi encontrado em Mirassol (GO) se passando por morador de rua. Ao ver a polícia, correu para a mata e houve troca de tiros no local.

“Cão farejador achou pano ensanguentado, pode ser até um ferimento grave. Ele tentou acertar um dos cachorros, policiais visualizaram e revidaram. Ele entrou em uma vala e depois, provavelmente, na água, e os policiais perderam o rastro dele”, disse o secretário durante coletiva.

“Esse psicopata está no campo de conforto dele, que é a mata. A gente tem apertado o cerco e ele tem espirrado por onde ele pode”, afirmou.

As buscas chegaram ao 9º dia nesta quinta.

Foragido matou uma família inteira

Lázaro está fugindo da força-tarefa de mais de 200 policiais pela região goiana que fica no entorno do Distrito Federal. O suspeito teria invadido uma fazenda em Ceilândia no dia 9 de junho, matando a tiros e facadas quatro pessoas da mesma família.

Edenaldo Barbosa Magalhães, pai de Lázaro Barbosa Sousa, diz ter vergonha. “Esse monstro, eu registrei, mas quando as pessoas falam ‘o seu filho’, aquilo me estremece todo. Não dá vontade nem de ficar mais na terra. Eu estou arrasado. Se eu vê-lo por aí, eu nem conheço mais.”

Publicidade

Com informações de G1 e Metrópoles

Avatar de Redação

Redação

Direto da Redação da Revista Fórum.

Você pode estar junto nesta luta

Fórum é um dos meios de comunicação mais importantes da história da mídia alternativa brasileira e latino-americana. Fazemos jornalismo há 20 anos com compromisso social. Nascemos no Fórum Social Mundial de 2001. Somos parte da resistência contra o neoliberalismo. Você pode fazer parte desta história apoiando nosso jornalismo.

APOIAR